Arquivo mensal: setembro 2011

Aniversário

…Parabéns pra mim…

e como todo ano, um aninho é acrescentado,

um aninho de novas experiências e amadurecimento

E estes 23 foram vividos
rumo ao 24˚
(Ano hetero seria?)
brincadeiras a parte
FELIZ
MUITO FELIZ
sendo quem sou
e vivendo e construindo
cada dia mais.
😉

11 músicas para amar melhor

1. PRIMEIRO ENCONTRO: DANCE ME TO THE END OF LOVE

Madeleine Peyroux

Um das qualidades mais comuns na fala de quem descreve um bom primeiro encontro é a espontaneidade, quando tudo flui como uma dança. A versão jazzística da Madeleine Peyroux para a música do poeta zen Leonard Cohen serve para se ouvir antes de sair, durante o encontro ou depois, junto a lembranças e vontades-de-quero-mais. Sem falar que é difícil encontrar expressão mais bonita do que “Dance me to the End of Love” – todas as exigências femininas se resumem a esse único pedido.

 

2. CONQUISTA: WALKING AFTER YOU

Foo Fighters

Sedução e conquista são nomes para um só processo: envolvimento. O cara pode ser feio, não ter carro ou grana, mas lentamente vai invadindo o mundo dela, colocando brilho onde não tinha, criando marcas com sua presença. Ele envolve com frases, presentes, ligações, músicas, filmes, olhares, poemas, braços, pernas… Ele vai atrás dela. E, de repente, ela olha o Sol e ele está lá, olha para o teto de seu quarto e o cara está lá. “Walking after you” é uma das músicas que mais refletem esse processo, em letra e melodia. A condução contínua na caixa e o violão dedilhado são o som de nosso caminho ao redor do outro, percorrendo suas linhas, colocando nossa mão em tudo: “I’m on your back”.

 

3. STRIPTEASE: SINKIN’ SOON

Norah Jones

Já recebi stripteases bem produzidos, com direito à cadeira, fantasia e medley de músicas de soul, black e R&B, porém essa música da Norah foi responsável por um strip que não deveria ter acontecido. O clima de cabaret, o efeito da surdina no trompete, os acordes repetitivos do piano, o chimbal aberto… Tudo faz com que o quadril lentamente se mova e roupas sejam arremessadas, um a uma, sem pressa. A própria letra prevê o que acontecerá ao seu fim: “We’re gonna be sinkin’ soon”.

 

4. FUCK MUSIC: TOUCH

Jonny Lang

Jonny Lang é um moleque que canta, toca guitarra e compõe como se tivesse 52 anos. Até o momento, sua discografia mostra bem seu percurso: começou com dois CDs de blues aos 15 anos, passou ao rock no terceiro álbum, fez outro com baladas para comer mulher e resolveu lançar um com música gospel (a consciência deve ter ficado pesada!). “Touch” é do quarto CD, claro. No entanto, penso que ele não deveria ficar com nenhum peso na consciência. Quer trabalho mais espiritual do que fazer trilha sonora para que o amor seja bem feito mundo afora? Sobre a música, nada a comentar – sabe como é, dessas coisas não se fala.

 

5. PÓS-FUCK MUSIC: AMOR PURO

Djavan

Suados e deitados, mão que desliza a milimetros da pele. Uma única respiração, efeito de horas de movimentos sincronizados. Qualquer música agitada atrapalharia esse momento. Mas não a cadência da bateria de Carlos Bala, um ritardando que nunca acontece. Cada batida é bem na cabeça, desapressada, esperando cada vez um pouco mais. Eis uma arte que todo amante deveria aprender, a da precisão. Simultânea ao toque, a letra é para ser sussurrada longe do ouvido, nos braços, pés e pernas: “Te adoro em tudo, tudo, tudo”.

 

6. CASAMENTO: CASE-SE COMIGO

Vanessa da Matta

A primeira vez que a ouvi estava andando pela cidade, sol na cara, céu no fim da rua. A playlist tinha sido gravada como uma surpresa (“Troquei todas as músicas. Bom dia!”). Senti a responsabilidade de ter me metido na vida de uma outra pessoa, de causar sorrisos, de amar. Delicioso ouvir isso de uma mulher: “Meu príncipe, meu hóspede, meu homem, meu marido”. Ao apresentar cenas do passado e flashes do futuro, a música pedia minha ação: “Case-se comigo, antes que eu padeça”. Deu até frio na barriga. A letra e a própria voz de Vanessa da Matta são tingidas de entrega, algo delicioso e não menos assustador.

 

7. PARA DANÇAR: HARVEST MOON

Cassandra Wilson

Não é à toa que a versão da Cassandra Wilson para a composição de Neil Young foi escolhida para compor a trilha do filme My Blueberry Nights (Um Beijo Roubado). É para dançar colado, cheek to cheek. Em silêncio, deixando que a letra fale por si própria: “Cause I’m still in love with you, I wanna see you dance tonight”. Atente para os sons de fundo e perceberá que a música é, na verdade, todo um ambiente de amor. Aí basta repousar, basta ficar.

Para os casais que sabem dar show no salão, deixo 3 sugestões de ritmos diferentes: “Na Gangorra“, de Mariana Aydar (samba de gafieira); “Zum“, de Astor Piazzola (tango); e “Salsa Rapada“, de Toure Kunda.

 

8. VIAGEM A DOIS: TRIP HOPPIN’

Aerosmith

Aerosmith foi a única banda da qual fui fã de carteirinha. Comprei, um a um, todos os CDs – na época em que eles eram dificilimos de achar – e os coloquei em uma caixa que fiz só para isso. Road music tem de monte (uma das que mais gosto é “Saving Grace“, do Tom Petty), contudo, é meu espírito solitário que as adora. Escolhi “Trip Hoppin'” não só porque foi feita para se ouvir com vento batendo no rosto, mas por deixar claro que a verdadeira viagem é o outro: “Loving you is trippin’ to me”.

 

9. AMOR À DISTÂNCIA: KISS THE RAIN

Billie Myers

Esses versos retratam exatamente o que acontece nos relacionamentos à distância. A incerteza quanto ao tamanho da distância sutil entre ambos (“Am I gettin’ through to you?”), o medo de que o outro se apaixone por um terceiro (“Are you sure you’re there alone?”), o desejo que ele se sinta igualmente solitário e miserável (“And the nights As empty for me, as for you”), a poesia em ter o céu como único ponto de encontro (“Keep in mind / We’re under the same skies”). Não importa se lá longe impera outro idioma, se as mentes pensam diferente, se é outro fuso-horário. Lá deve chover também, igualzinho aqui. Quando você quiser amar e não encontrar ninguém por perto, nem precisa sair para beijar a chuva: aninhe-se na voz de Billie Myers.

 

10. ONE-NIGHT STAND: TWO STEP

Dave Matthews Band

“Celebrate we will / Because life is short but sweet for certain”. Eis a essência de uma boa one-night stand. É como se disséssemos um ao outro: “Em breve, estaremos todos mortos. Não me importa seu nome, vamos celebrar”. Usar Dave Matthews para envolver alguém é pura sacanagem. Se não quiser trapacear, se preferir jogar limpo, nunca dê play nessa música. Todas as composições do grupo são uma mistura de malícia, sensibilidade e força. Esta última qualidade vem da pegada de Carter Beauford, um dos melhores bateristas do mundo. Para manter a ordem do mundo, não ouça essa música (nem “Crash into me“, “Crush” ou “The Space Between“) com ninguém, ok?

 

11. EX-NAMORADOS: LOVE RIDDEN

Fiona Apple

O namoro acabou e você sente indignação, frustração e raiva? Conheça Fiona Apple, especialista em cantar revoltada por algum relacionamento fracassado. “Love Ridden” é a quarta música de seu melhor álbum [http://en.wikipedia.org/wiki/When_the_Pawn…], cujo título é o mais longo da história, com 445 caracteres. Ainda que a letra sugira a existência de um namoro, a melodia se move a partir da certeza do fim. O contato que começa com um aceno à distância pode eventualmente se enriquecer com beijos e abraços, para enfim voltar aos acenos, agora mais distantes: “Only kisses on the cheek from now on / And in a little while, we’ll only have to wave”.

 

Por Gustavo Gitti |

 


A amizade

Aqui vai um desabafo

Porque é tão complicado ter amigos gays? Ou melhor, porque os gays, no geral, não se suportam?

Incrível! É panelinha pra cá, panelinha pra lá. Fulano falso e medíocre aqui e fulano mais falso e mais medíocre ainda ali. Não consigo entender.

Sou novo no “meio” e ainda me assusto ou me encanto com algumas coisas. No geral, tenho gostado de cada coisa que descubro e elas me fazem me sentir mais eu, mais aceito, mais incluído. Porém, o fator amizade tem me incomodado um pouco.

Sou do tipo de pessoa que gosta de conversar e ter amizade com o máximo de pessoas possível e tenho uma certa facilidade em fazer isso.

Desde que me aceitei, acabei incluindo alguns gays na minha lista de amigos, que pra mim, podem não ser os melhores, mas são boas cias. Pelo menos em fazem rir e trocam algumas experiências.

E é exatamente ai que mora o problema. Meus outros amigos gays, de longa data, de antes de eu me aceitar e tudo mais, não gostam nem um pouco de tais pessoas. Tais pessoas também não gostam deles.

É fato também que eles (old-friends-gays) são bem mais “velhos na vida” do que eu, que comecei ontem. Seus conselhos são extremamente válidos, mas me fica a pulga atrás da orelha: pq a amizade de gay pra gay de mulher pra mulher, Marisa é tão superficial?

Repare na amizade de homem hétero com homem hétero, é muito mais sólida e muito mais firme. Algumas mulheres héteros também conseguem essa proeza, embora a delas seja mais fútil e propensa à terminar por causa de um pinto.

Me parece que a nossa, dos gays, é bem pior que a das mulheres e acredito que a das lésbicas, seja mais firme que a dos homens héteros. (ESSA PARTE NÃO TEM VALOR CIENTÍFICO COMPROVADO).

Ps: Nem todas as amizades são assim, tenho amigos gays que são excelentes amigos – e não tô falando isso só por que eles também são autores do blog, rs.

E você, o que me diz?

O grito no silêncio

É porque as pessoas, quando gostam, têm vontades. Eu tenho as minhas, das quais não me envergonho por obedecer. É a única coisa que me move. É isso que me mantém sano dentro desse infinito completamente sem sentido.

O óbvio tá muito irracional, eu não entendo uma gota e não faço questão alguma de personificar conformidade. Apesar de que, às vezes ela vem, e vem forte: pra me fazer vazio, vazio no canto do canto do quarto, questionando se vale a pena todo o penar, sinceramente.

Viver pode ser osmose. Eu tô tão cansado, daquele cansaço que você não sabe em que parte do mundo encontrar conforto que restaure o original. Eu já vi tudo isso, gente, que náuseas!

Você pensa que dessa vez vai ser diferente, se dedica, faz das tripas coração. E sim, a forma é diferente, mas resultado é o mesmo. Igual. E repete, repete. Não dá pra suportar esse carrossel eternamente, não dá.

Não quero fazer parte da vida das pessoas, isso é muito vago. Quero fazer parte delas essencialmente. Fundamental. Intrínseco. Terrivelmente delicioso e indispensável.

Pra quem isso soa demais, não tem razão em insistir. Eu sei que eu sugo. Sugo mesmo. E sugo avidamente, porque faz parte de mim e esse espaço que se reserva urge ocupação.

Como se estivesse incompleto, decapitado, mutilado sem aquilo. É sufocante, dá pra entender?

Amores e outras Drogas (I)

Eu fico a semana toda pensando e programando meu post, mas sempre chega na hora e eu não tenho a mínima idéia do que escrever… Ao dizer isso para um dos outros autores do blog, o comentário foi: “A intenção do blog era contar dos nossos amores, e isso foi o que menos fizemos até agora…”. Então começamos aqui a minha saga! 😉

—- The First One —-

Se o primeiro passo de quando alguém se descobre gay é se aceitar, o segundo é aprender a lidar com o preconceito. 
No meu caso foi assim, mas o problema mesmo é quando se tem que lidar com o preconceito da pessoa com quem se namora! Essa foi minha primeira historia, que durou uns bons anos, entre provas e ‘desprovas’ de amor. 
Começa com um primeiro beijo forçado, o segundo roubado e o terceiro concedido… E a realidade era esfregada na cara a cada troca de olhar, e o sentimento só aumentando até perceber que mesmo eu sendo a criança, era quem tinha o juízo mais bem desenvolvido.  E assim foi, depois de um mês naquela paixão adolescente, tive meu coração dilacerado pela primeira traição, mas esta, como todas as outras, foi abstraída após uma longa conversa e enrolação da minha mente inocente, sobre a diferença entre lealdade e fidelidade. 
E vivi, anos e mais anos, na realidade 4, vendo a mulher que me enlouquecia com seus beijos e olhares, beijar todos e todas em frente ao meus olhos, e mesmo assim me apresentar como mulher da sua vida. Comédia. Hoje, percebo que era mais um brinquedo, do que um amor. Mais um fixação do que um amor. Eu era uma marionete do meu desejo, por aqueles olhos que eu mergulhava e me perdia. 
Porem toda inocência e paixão acabam um dia, e mesmo demorando a minha acabou, em uma manhã de feriado, com uma ligação entre lágrimas e uma visita no hospital. Nenhum amor resiste a tantas lágrimas e internações. Ainda mais quando percebemos que o que sempre te matou e ferio foi uma fulga da pessoa, por não aceitar que amor, igual aquele que vimos entre nossos avós, pode acontecer entre duas pessoas do mesmo sexo. Um amor fiel, leal, companheiro, respeitador e indivisível.
Mas amei, foi um amor que de tão inocente se tornou fraternal, e foi tão viciante quanto uma droga pesada que te rouba a alma e te faz pagar por cada segundo de prazer.

Meu amor fraternal e minha Droga pesada!

😉

Imoral, porém “correto”

Basta você olhar de um modo diferente para o seu namorado em um local público para todos à sua volta já olharem com certa desconfiança; basta você tocar a mão dele com a sua para os olhares trocarem de surpresa para simples indignação.

Pelo que eu saiba, embora esteja desafiando o que a sociedade atual entende como normal, em nenhum momento, meu ato de tocar a palma da mão de outro ser humano, seja ele do mesmo sexo que o meu ou não, descaracteriza meu lado moral, uma vez que a própria sociedade atual permite esse tipo de gesto.

O que me dói ver é que, em muitos casos – pra não dizer em praticamente todos – é normal ver um casal hétero se atracando em qualquer lugar público, em desrespeito a gerações passadas e isso ser mais correto do que um simples toque meu, em meu namorado. Que mundo é esse, onde a imoralidade é mais aceitável do que o que deveria ser normal?

Independente de sua opção/condição sexual, respeitar o espaço e a crença do outro é vital. Certos tipos de gestos e carícias podem e devem ser feitos em público, enquanto outros não. Aprenda a ser tolerante e a saber quando é o momento certo para cada demonstração de afeto.

Reflita.

A sociedade me dá preguiça

As pessoas, de modo geral, mas principalmente as de nossa classe (LGBT), andam me dando uma preguiça enorme.

Querem namorar, mas não querem cobrança de nenhum tipo; isso chama-se fuck buddie (ou amizade colorida, ou fast foda, como preferirem). Também parecem não querer isso porque “não gostam de sexo por sexo”, sendo que na primeira oportunidade, fazem com qualquer um, embora não assumam e julguem quem faz.

Querem ser as ricas e famosas da balada, embora entrem no vip e bebam água da torneira. Querem ser inteligentes, “cults”, embora tenham uma péssima ortografia e tenham como ídolos os top 10 da semana.

Se alguém fala de sexo, já é taxado de vulgar, mas bater punheta na webcam com os outros, aí pode, afinal, ninguém mais está vendo, não é? Se falamos abertamente de nossas necessidades sexuais, fetiches e fantasias, já fazem cara de “nojinho” e repreendimento, ao mesmo tempo que adicionam nas redes sociais todos os caras que tem foto sem camisa no profile com cara de dançarino de axé.

Se alguém posta o que pensa, a pessoa é ridícula, fútil, superficial, mas pensam da mesma forma que ela ou pior. Gostam de julgar a opinião dos outros porque, afinal, somente eles estão certos e seus pensamentos devem ser os absolutos.  Julgam quem é o “putinho” assumido e apontam, mesmo porque são pessoas direitas e puras, embora quando beijam todos na balada, alegam que  “estavam bêbados”. Sempre são os santos e perfeitos.

Desculpa, mas tenho preguiça de quem se acha melhor do que as outras pessoas, de quem se acha mais inteligente, mais bonito, mais fervido, mais rico, mais puro e decente. Esse tipo de gente não serve pra nenhum tipo de relacionamento humano, porque, afinal, não precisam de mais ninguém.

Sou um ser humano. Fico excitado com muitas coisas e não tenho vergonha de assumir. Assuma também, sem medo de críticas, afinal, como podemos pedir que a sociedade não nos julgue, se somos os primeiros a fazer isso com nossa própria classe?

Reflitam.

Escolha um e leve duas !

Soube dessa história recentemente e preciso dividir.

Bom, muitos devem saber sobre a emoção de se procurar cia (para nao usar outros termos) em baladas Ht. Os que não sabem, deveriam tentar, pq eh bem divertido, apesar de arriscado (talvez o risco torne tudo mais divertido?

Bom, estava eu nessa balada X, saindo do banheiro quando capto um certo olhar perdido na multidão direcionado pra mim, não pensei duas vezes, e resolvi investigar se de fato era para mim. E comecei o joguinho de troca de olhares.

De fato a pessoa estava olhando para mim, EBA !

Então resolvi encostar uma parede ali perto apra continuar o “joguinho”, a pessoa se movimentou para mais perto, tudo estava correndo bem. Até o momento em que duas meninas chegaram em mim (parado ali na parede) e simplesmente começaram a me beijar, as duas ! (sim, eu curto beijar meninas =P). PRONTO, queimaram totalmente meu filme para o menino –‘, eu pensei.

Ao fim do beijo com elas o menino resolveu agir e vir falar comigo. Bom o rolo dele e as historias com ele conto depois, mas o que importa é que ficamos, e ele comentou que estava se descobrindo agora, que eu era um dos primeiros que ele ficava que era encanado, medo que os amigos descobrissem e por ai vai.

Eis que esses dias, conversando novamente com esse boy, ele me contou que ao voltar para casa depois de termos ficado, seus amigos estavamc onversando sobre a festa, viraram para ele e questionaram: “Véio, se viu aquele menino na parede perto da gente que pegou duas minas?” e o menino, “aaa, nossa, acho que eu lembro de algo assim” uhauhauahuahuahua

bom, eu ao menos achei isso uma piada, espero que no minimo tenha conseguido um leve sorrsiso ai de vc leitor !

Aquele beijo !

Deveríamos viver assim, sem criar!

Calma, calma gente, não to falando em deixar de criar coisas artísticas e viver sem magia. Isso seria um absurdo, ainda mais vindo de mim… 😛 

Estava apenas dizendo que deveríamos parar de criar expectativas ilusórias sobre situações, o que na maioria das vezes nos deixa frustrados e consequentemente infelizes.

É bem aquela coisa que nossos avós dizem: Procuramos cabelo em ovo, e o que acontece? Frustração, cansaço, medo, infelicidade. 

Faz tempo que eu luto por isso, por essa qualidade que poucos possuem, essa capacidade de conseguir viver apenas por suas atitudes, confiando e não se deixando entremear em ‘joguinhos’ que normalmente não tem vencedores. Passei por vários deles e sempre cai no obvio sofrimento. 

Hoje me vejo criando menos expectativas e mais arte. Deixando o rio correr seu curso, sem construir uma bomba propulsora que faça tudo ser mais rápido. Sabe quando as coisas acontecem sem pressão, sem cobranças? Então, essa é minha busca. E ai caímos no motivo para este post, estou vivendo isso, pela primeira vez.

Uma alegria incontrolável que transborda por meus olhos, por minhas palavras, por todos meus poros. E quero preservar essa serenidade que não me afoga em suas entranhas, pelo contrário me faz querer crescer, inventar, escrever, ser feliz. Essa sensação que me faz lembrar o que é motivação. Que me faz perceber que ser feliz não depende de ninguém apenas de você estar bem consigo, de até por vezes, abstrair o ruim e pensar apenas no bom, no que de bom acontece, nas coisas que possui e não aquilo que tanto quer possuir. 

É, a felicidade encontra apenas quem esta aberto a ela. Pode ser apenas um momento bom, mas eu sei que sei lidar com o ruim, e não sou boba pra não aproveitar o que bom acontece. Então coloco o aviso de FUI SER FELIZ em minha porta e aceito a presença de todos em minha casa.  😉

“Dificuldades reais podem ser resolvidas; apenas as imaginárias são insuperáveis.”

(Theodore N. Vail)

(Escrevi este post a algum tempo, mas sempre que leio percebo que é a cada segundo mais verdade!) 

Genética Gay

Uma vez ouvi um professor de Biologia falando sobre genética. A pergunta que ecoou na sala naquele dia e que não saiu mais de minha mente foi:  “O homossexualismo pode ser genético?”

Esse professor sempre levou exemplos e curiosidades bem diferentes, e apresentou uma reportagem sobre um casal de leões homossexuais, onde haviam fotos da relação entre eles, não só sexual, mas também de afeto. Ele usou de exemplo também crianças: quem não conhece alguma criança bem novinha que é afeminada? Eu acredito que crianças assim que não tiveram nenhum contato sobre a vida, não fariam isso de propósito nunca.

Semana passada li uma frase que me marcou muito: “O homossexualismo existe em mais de 450 raças, por que a raça humana é a única onde existe a homofobia?”. Afinal, somos os únicos animais que detém o poder do pensamento ou não? E esse poder de avaliação tem nos levado a prosperar ou retroceder?

Agora fica a dúvida:

Se for comprovado que o homossexualismo é algo genético, as pessoas começariam a entender melhor o nosso lado ou nos tratariam como “doentes”, como se tivéssemos algum erro no DNA?