Arquivo mensal: janeiro 2012

O estranho do clube

O mês era dezembro, eu de férias do trabalho e um dia lindo e ensolarado lá fora. Decidi que era um bom momento pra ir ao clube, relaxar, pegar uma piscina e praticar algum exercício físico.

Não foi o primeiro dia daquele mês que eu fui ao clube, mas foi um dia que marcou bem mais do que todos os outros.

Cheguei no clube e como de costume, fui correr um pouquinho na pista de atletismo pra depois ir pra piscina. Já um pouco suado de ter corrido, fui pro vestiário, troquei de roupa e fui pra água.

Sozinho, apenas fiquei indo e voltando na piscina, treinando nado craw e imaginando que eu era a Ariel meu tempo de respiração embaixo da água. Em um desses mergulhos, passei do lado de um rapaz muito bonito, olhei pra ele e logo em seguida voltei ao meu mergulho.

Depois de um bom tempo de piscina, resolvi sair da água, ir tomar uma ducha e em seguida ir embora. Fui até o vestiário e quando virei no corredor dos chuveiros trombei de cara com ele, o rapaz da piscina, que me pediu desculpas delicadamente e continuou seu caminho. Ele havia acabado de tomar sua ducha e estava saindo do vestiário.

Entrei no chuveiro, liguei a ducha e fiquei ali, me banhando tranquilamente. Do nada, alguém bateu na minha porta, abri pra ver quem era e PASMEM era ele de novo.

Ele: acho que esqueci meu sabonete aqui, posso ver?
Eu (olhando dentro da cabine): não esqueceu não, estou usando o meu.
Ele: ah, ok então. Mas você tem certeza?
Eu: sim, tenho.

Ele se foi e eu voltei ao meu banho. Enquanto me banhava caiu a ficha e eu pensei
“ele não queria só o sabonete, ele queria entrar na cabine comigo e OMG

Sai da cabine de sunga e resolvi olhar em volta e ele ainda estava ali, não sei ao certo o porque, mas estava. Nossos olhares se encontraram e eu voltei pra cabine rapidamente. Segundos depois, ele veio novamente bater na porta.

Eu: oi?
Ele: eu realmente gostaria de ver se meu sabonete não ficou ai, posso?
Eu: ok, pode entrar.

Ele sorriu, entrou na cabine, fechou a porta e me deu um beijaço embaixo do chuveiro. Ficamos ali, nos pegando por um tempo e depois ele disse que precisava ir embora e eu tremendo dos pés a cabeça disse que tudo bem. Ele pediu meu telefone e num súbito, eu passei. Na hora pensei em passar o número errado, mas estava tão nervoso que passei o certo mesmo. Ele se foi.

Sai do banho, troquei de roupa e fiquei pensando no que havia acabado de acontecer comigo. Sempre achei que essa coisa de pegação em banheiro de clube e academia eram coisas de filme pornográficos, mas constatei que não, afinal, aconteceu comigo e eu não sou nenhum viadinho cara que frequenta banheirão.

O que aconteceu depois vai ficar pra outro post.

Ps: Essa história não é recente, na verdade, ela aconteceu 1 mês depois do meu primeiro beijo, que foi relatado no post “Meu Momento”.

10 mentiras sobre os gays!

Não sei quem é o autor nessa arte, mas concordo plenamente. E você, o que acha?

Para o desejo, não existem barreiras

Depois de um ano em que havia me separado da minha primeira paixão, eu ainda não estava procurando por uma nova desilusão. Mas, os sentimentos não escolhem como vão acontecer, não é verdade?

A minha segunda paixão aconteceu de um modo bastante clássico para quem está familiarizado com a história da Megera Domada, no sentido do amor que nasce de uma grande aversão. Um dia, eu e alguns amigos decidimos entrar em uma comunidade no orkut (sim, o falecido, mas que era super pop em 2007), intitulada “Não sou fácil, sou biscate”. Claro que, no final da história, apenas moi acabei entrando.

Um dos posts tinha um apelo sexual bem típico daquela rede social. Decidi entrar e ler o que as pessoas postavam, como que, por surpresa, me deparei com um verdadeiro bacanal cibernético, onde homens, mulheres, emos, todos queriam dar uns para os outros, de modo que, na realidade, ninguém tinha coragem para realmente fazê-lo.

Em um dos comentários, dizia-se nitidamente: “olhe a foto desse cara, claro que eu daria pra ele!”. Eu, sem hesitar, cliquei no link. Eis que me surge a foto de um garoto, em uma banheira, super sensualizando, o que me deixou muito intrigado. Por que alguém, em sã consciência, postaria uma foto dessas em uma rede social? Insegurança e desejo de aceitação, pensei comigo mesmo. E fechei a janela.

Quando não me surpreendo, no outro dia, devido haver naquela rede social algo que eu carinhosamente chamo de bula, o distinto garoto decidiu me deixar um scrap. Eu, muito educadamente, respondi, embora ainda o achasse um exibido. Conversa vai, conversa vem, ele me adicionou no msn. E eu descobri que ele não tinha nada de inseguro e que na verdade, era um dos meninos mais fofos que eu já havia conhecido. O problema: ele morava em outro estado.

Conversamos durante meses, pela cam, pelo microfone, pelo celular (TIM, por que essa promoção dos 0,25 não existia naquela época???) e por fim, em uma segunda-feira, rolou o seguinte diálogo:

Ele: Onde você vai estar quinta-feira?

Eu: Aqui mesmo, por que?

Ele: Porque comprei as passagens, estou indo praí te ver.

Meu coração no momento disparou e durante os três próximos dias naquela semana eu quase não dormi. Por fim, a quinta-feira chegou. Mas isso é história para um outro post =)

A boa educação

A transexual Luma Andrade enfrentou a pobreza do sertão, a rejeição da família e o preconceito no trabalho para se tornar supervisora de 26 escolas e fazer doutorado em educação. O próximo passo? Se depender de sua vontade, a Sorbonne.
Por William Vieira
 

A vida não era fácil naqueles anos 70 em Morada Nova, cidade de 60 mil habitantes no meio da caatinga do Ceará. Mas foi ainda mais difícil para o único filho homem do segundo casamento de dona Maria Nogueira Gomes. O casal de agricultores analfabetos não sabia lidar com a especificidade do pequeno João.

“Eu já sentia a singularidade de ser feminina. Quando saía com meu pai, todo mundo dizia: ‘Ai, que menina bonitinha’. Aí ele ficou com vergonha e não andou mais comigo”. Triste. Mas quem conta, sem rancor nem autocomiseração, é a sorridente Luma Andrade, uma mulher que ostenta o título de primeira transexual doutoranda do país.

O percurso até aí foi longo e tortuoso. Luma, ainda como João, se interessou pelos estudos cedo, mas sofria bullying na escola. Apanhava dos meninos por brincar com as meninas. Aos 9 anos, foi espancada. Ao reclamar à professora, ouviu a seguinte frase: “Quem manda você ser assim?”.

Luma não ia ao banheiro; não sabia a qual ir. “Às vezes eu nem me concentrava na aula, de tanta vontade de fazer xixi. Só ia escondida”. Apesar de sentir atração por rapazes, Luma não se via como homossexual. “Então acabei canalizando a questão da sensualidade para os estudos”. Até Deus entrou na história. Aos 14 anos, ela decidiu frequentar uma igreja evangélica com a avó. Lia a Bíblia todos os dias. “Mas fiquei assustada com a construção da ideia de pecado”. Ela ainda procurou a igreja católica. “Mas logo vi que esse Deus não me amava como eu era”.

Aos 18 anos, já com os cabelos compridos e roupas femininas, entrou na faculdade, pra estudar ciências. Comprava tecido e mandava fazer, escondida da família. Vestia-se na rua. E começou a dar aulas em uma escola. Foi Luma terminar a graduação, aos 22 anos, e a família descobrir que ela tinha um namorado. Foi posta para fora de casa. E decidiu se assumir de vez e viver com o namorado, travestida. Luma então cita Michel Foucault, filósofo francês pós-estruturalista, para explicar sua tática. “Para tentar ascensão social, é preciso entrar na engrenagem, ganhar respeito, evitar bater de frente. Foi o que eu fiz”.

Para fazer pós-graduação, tentou transferir-se para uma escola perto. O diretor não a aceitou e Luma recorreu à Secretaria da Educação. “No início, achavam que era brincadeira. Olha o viadinho, os alunos diziam. Mas aí eu contava a minha história de vida. E, aos poucos, começavam a me respeitar”.

Luma então começou um mestrado em meio ambiente. O bolso apertou e ela se viu confrontada com a realidade de travestis brasileiros. Uma colega de infância lhe ofereceu um emprego de prostituição. “Ela dizia: ‘Vamos para a Itália. Em um mês você vai ganhar o que faria aqui em um ano'”. Mas Luma recusou a proposta. Em 2003, fez um concurso para ensinar biologia e ficou em primeiro lugar. A escola, em Aracati, não quis lhe dar a vaga. E lá foi Luma recorrer à Secretaria de Educação.

Um ano depois, pôs próteses de silicone nos seios. Como foi a aceitação ao seu redor? Preconceito. Ela teve de enfrentar denúncia de decoro de uma supervisora, que a acusou de se mostrar aos alunos. Luma fez um abaixo-assinado entre a comunidade e conseguiu se defender. Melhor, deu início a um projeto de prevenção ao câncer de mama entre alunas e mães. Ganhou um prêmio nacional – ela conta que recebeu o prêmio do ministro da Educação, além de um cheque de R$20 mil que cedeu à escola para montar um laboratório de ciências. O reconhecimento continuou. Em 2007 virou supervisora de 26 escolas da região de Russas, no Ceará. E, em 2008, foi aceita no doutorado em educação, para estudar a condição dos travestis no ambiente escolar.

Claro, também houve dificuldades. Num concurso de professora universitária, foi reprovada por uma banca evangélica. Não conseguiu ser aceita noutro. E voltou à Justiça.

Hoje é assessora técnica da Secretaria da Educação do Ceará. Mora com o namorado. Mudou o nome de batismo na Justiça – é Luma Nogueira de Andrade o que aparece em seu currículo na plataforma Lattes. O próximo passo, diz, é um pós-doutorado na França – “Cogito a Sorbonne, onde Foucault deu importantes seminários” – e uma cadeira definitiva de professora universitária. Até lá, segue como uma referência na região de Russas, onde fundou a Associação Russana da Diversidade Humana, que defende travestis ameaçados.

Texto extraído da revista “Superinteressante – Edição Especial Superação, Dez/2011

Namoro: qual a hora certa?

Parece que as coisas estão caminhando bem entre mim e o garoto do Facebook. Estão indo tão bem que agora – e umas 745843495 vezes na última semana – me faço a seguinte pergunta: “qual a hora certa para pedi-lo em namoro?”

Esse lance de pedir em namoro (no nosso meio) é um tanto quanto complicado, afinal, são sempre dois homens ou duas mulheres e sempre fica aquela dúvida no ar: “quem deve fazer o pedido?”

Estou há pouco tempo na “vida”, mas já percebi que quando se inicia um relacionamento com alguém, um dos dois sempre toma a posição de macho alfa e o outro, a de macho beta. Esse encaixe de perfil acaba sendo muito natural para ambos e nunca é previamente definido.

Percebi que no meu relacionamento, eu sou o alfa e sendo assim, o peso de pedir em namoro ficou nas minhas costas. Já pedi opinião para várias pessoas e cada um me diz uma coisa. Uns dizem que se eu tiver certeza de que quero ter algo sério com ele, já passei da hora de pedir. Outros dizem que esperar um mês já é mais do que suficiente e tem gente que diz que devo deixar rolar, que o pedido de namoro nem precisa acontecer. But…

Eu quero que aconteça. Eu quero pedir. Só não sei qual será a hora certa, tenho medo de pedir e acabar estragando tudo. Vai que eu o peço em namoro, ele se assusta e acabamos nem ficando mais (?). Pra que mexer em time que está ganhando? Mas também penso que ele pode estar esperando o tal pedido acontecer pra se entregar de vez, por que daí, a coisa muda de figura. Afinal, namoro é coisa séria.

Nunca namorei e nunca coloquei “em um relacionamento sério” no Facebook. Não sei como funciona essa parada de namoro, eu sei do que observo, sei do que escuto e sei do que vejo dos meus amigos. Olho os erros deles e penso: “quando eu namorar, não vou fazer isso, nem isso e muito menos aquilo”. Posso acabar mordendo a língua em breve, mas a vida é assim, a gente aprende com os erros dos outros e com os nossos.

Há alguns dias atrás, estava eu conversando com um amigo sobre essa minha dúvida e ele me disse a seguinte frase: “o pedido de namoro não deve mudar uma condição, mas sim, oficializar algo que já está acontecendo”.

Ouvi, refleti, pedi pra ele repetir e refleti de novo. A frase fez total sentido pra mim. Ela será o termômetro da relação, ou seja, a hora que eu sentir que a gente está se comportando como um casal de namorados, eu oficializo a questão e fim de papo.

Como diria Christina Perri, “How to be brave? How can I love when I’m afraid to fall?”. (A Thousand Years)

Changes

Recentemente, como disse em outro post, eu acabei me mudando de casa. O mais legal de se mudar é que, de uma hora pra outra, você desmonta sua casa toda e acaba descobrindo coisas que se tornam preciosos segredos guardados há muito tempo em algum canto do armário.

Com a mudança, eu consegui encontrar muitas coisas que me fizeram relembrar vários momentos de minha infância e adolescência e mesmo, porque não, de momentos que aconteceram há 3, 4 anos atrás.

Achei meu álbum de bebê e nele estavam contidas várias informações de quando eu nasci. Pensei na felicidade dos meus pais com a minha chegada e de como aqueles dias eram felizes, sem preocupação com o futuro, sem medo do amanhã, sem grandes objetivos e desejos.

Encontrei também coisas como tazos, cartas de jogos e coisas que eu gostava de brincar quando criança. A melhor coisa foi encontrar o CD de Natal que todo ano minha tia já falecida colocava pra contar, enquanto contava para nós, crianças, as histórias do algodão. A saudade apertou bastante no peito.

Da minha adolescência, achei meus CD’s que gravava aos montes, com miscelâneas de música, de jogos para Super Nintendo (um até decidi jogar de novo). Eram momentos em que minha vida se transportava para um mundo imaginário e essa fase tão ardilosa deixava de existir.

E pra completar, achei a nossa cápsula do tempo, lá no fundo do meu armário, com abertura prevista para 19 de maio de 2019. Tentei lembrar no que havia escrito em meu questionário, mas não foi possível. Será que daqui 7 anos, quando nos encontrarmos para abrir, teremos realizados nossos sonhos ou eles terão de modificado com o passar do tempo? A curiosidade impera nesse momento.

O mais legal, no final, foi por poucos momentos, revisitar meu passado e poder voltar a ser a criança sem preocupações que um dia fui. E esse momento me mostrou uma verdade: mudar é necessário, mas manter a essência, ah, isso é obrigatório!

2012.

É difícil chegar nessa época do ano e não pensar no que se passou. Só que esse ano foi diferente. Eu, na virada do ano, não analisei apenas o ano de 2011. O de 2010 também entrou na jogada.

Vou explicar o por que: 2010 foi um dos anos mais estressantes da minha vida. Posso dizer que, embora tenham acontecido grandes conquistas, muitos amores, foi o pior ano de todos. Não deixei que isso me afetasse a ponto de me tornar uma vítima do destino, mas aprendi em meio as dificuldades a ser mais forte e superar as barreiras com uma facilidade maior do que eu superava antes.

2010 foi o ano do conhecimento. Nesse ano, aprendi até que limite eu conseguiria chegar em vários momentos, em emoções tão extremas e ao mesmo tempo tão sutis. Visto de fora, minha bolha não emitia nenhum som; por dentro, eu gritava desesperadamente por algo que eu não sabia o que era, mas que no final, eu descobri: amor e reconhecimento próprio.

Com esse pensamento, entrei 2011. Se 2010 foi o pior ano, 2011 seria o ano das modificações. E foi assim: viajei, me mudei de casa, minha vida deu um giro de 270º (se desse de 360º, eu voltaria exatamente de onde saí). Troquei amizades, ambientes, modo de pensar, me capacitei, porque sabia que, se 2011 era o ano das modificações, 2012 seria o ano da colheita.

E, nesses dois anos que se passaram, aprendi apenas uma coisa: confie em você. Se escute. Só você mesmo pode dizer o que te fará feliz. E por isso, desejo a todo mundo apenas uma coisa em 2012: esperança, pois os dias melhores já estão por vir.

Feliz Ano Novo.

Truth Box, coincidências e 2012!

Será que agora vai? Será que eu encontrei mais uma das minhas almas gêmeas? Será que vai durar ou vai ser mais um “amor breve“? Queria ter as respostas para essas perguntas, mas sinceramente, não tenho. Não sei nem dizer se estou com medo disso tudo, se estou com medo de me envolver, se estou com medo de sofrer ou com medo de amar. Eu não sei! Me ajuda, Arnaldo?

Vou contar como o conheci.

Foi pelo Facebook, mais especificamente, pelo Truth Box. Santo Truth Box! Pode rir se você quiser, mas é possível SIM encontrar alguém legal pela internet, ainda mais pelo Facebook que é uma rede social bastante inteligente.

Estava eu – lyndo, belo, mystico e sensual – vendo meu Truth Box – analisando as cantadas bizarras que costumo receber por lá – quando vi o perfil dele, gostei e mandei um recado básico, em seguida, obtive uma resposta. Acabou que, nos tornamos “amigos” e trocamos algumas inbox. Inbox vai, inbox vem e começaram as coincidências!

Ele mora há exatas 7 quadras da minha casa, faz a mesma faculdade que eu fiz, é do mesmo signo que eu e tem os mesmos gostos para filmes, livros, séries e músicas. Descobrimos que temos inúmeras coisas em comum e que nos damos muito bem.

Saímos um dia e, diferente de outros caras que eu já sai, não ficamos com cara de paisagem em momento algum, da hora que ele entrou no carro até a hora que o deixei em casa, não paramos de conversar nem 1 minuto. Sempre tínhamos assunto e a conversa fluía com uma naturalidade incrível.

Me senti num verdadeiro encontro americano, igual vemos nos filmes. O peguei na casa dele, o levei pra sair, conversamos bastante durante todo o encontro e na despedida, antes dele sair do carro, rolou o primeiro beijo ao som de um música legal.

Desde esse encontro, estamos nos falando todos os dias, trocando vários sms, nos vimos outras vezes e estamos nos conhecendo cada dia mais um pouquinho. Confesso que tem sido uma experiência bem legal e divertida.

Menos intensa do que as últimas histórias que vocês estão acostumados a ler aqui, mas nem por isso, menos importante. Creio que sempre depois de tempestades, vem calmarias e isso também vale para os sentimentos.

Algumas pessoas tem o dom de nos desestabilizar, de nos tirar o chão e fazer parecer que tudo é pra agora ou, até mesmo, pra ontem. Outras, ao contrário, tem o dom de nos acalmar e fazer com que tenhamos vontade de que o tempo congele e que fiquemos ali, pra sempre, curtindo a companhia um do outro e de mãos dadas no cinema

Ele tem essa segunda característica. Faz eu me sentir bem, calmo, rir a toa. O tempo passa rápido e o papo sempre é bom. Particularmente, gosto de gente que conversa bem, que entende dos mesmos assuntos que eu e que, sempre, independente do que estivermos falando, me ensine alguma coisa nova.

Nem que isso seja um personagem de algum jogo de vídeo-game, série, filme ou livro. Conhecimento nunca é demais, risos.

Não sei dizer se esse nosso pequeno relacionamento vai virar namoro sério ou coisas do gênero, só sei dizer que estou gostando de vivê-lo, estou curtindo cada momento e estou pronto pro que vier, afinal, ano novo, vida nova e amores – ou amor – novo (s).

Feliz 2012!