Arquivo mensal: fevereiro 2012

O ciúme e a possessividade

Os problemas do ciúme e da possessividade não são de fato, problemas, mas sintomas – sintomas de que você ainda não sabe o que é o amor. Achamos que sabemos o que é o amor e por isso surge o problema do ciúme. Não é isso. O problema surge porque não existe amor. Por isso você não pode solucioná-lo.

Tudo o que é necessário é esquecer o ciúme, porque essa é uma luta negativa, é uma luta com a escuridão (e sem vencedores). Não faz sentido. Em vez disso, acenda uma vela. Isso é que é o amor. Depois que o amor começa a fluir, o ciúme e a possessividade deixam de existir. Você fica simplesmente surpreso ao ver que eles se foram. Você não consegue mais encontrá-los.

[…]

O ciúme é a falta de amor.

 

Autor: OSHO, em Faça o seu coração vibrar

Ah, relaxa, eu curto menininhos!

Tem coisas na vida que parecem não ter explicação, né? Vou descrever uma breve situação que parece ser uma dessas coisas.

Festa de formatura de alguém, “bons drink” com absolut, lambrusco, saquê e black label…enfim tudo para deixar alguém mais sociável =)

Eis que nesse momento de alta socialização me deparo com uma das meninas mais desejadas do meu curso, e obviamente fui socializar…logo após um pouco de papo o seguinte diálogo decorre:

Eu: Então, eu preciso muito te beijar.

Ela heista e faz uns grunhidos.

Eu: Ah, relaxa, eu curto menininhos =D

Ela (abre um sorrisinho): AAAAA, então tudo bem !

E enfim, o beijo ocorre…e detalhe, não foi a primeira vez que ocorreu uma situação desse tipo comigo, tanto que sempre falo pros meus amigos héteros: chega na menina e fala que você é gay que ela fica contigo! Hahaha

Alguém mais já presenciou algo assim? =D

Beijos gelados, por que já está quente o suficiente lá fora (Y).

Lá e de volta outra vez

Não, não vamos falar de “O Hobbit“, que aliás, amo de paixão. Vamos falar do assunto de sempre, sentimentos e amores.

Então, por que o título “Lá e de volta outra vez“?

Quem vem acompanhando o blog a algum tempo sabe que eu estava em um pseudo relacionamento com um rapaz que conheci através do Facebook. Já falei sobre esse relacionamento aqui e aqui.

A questão é, this relationSHIT is over. Como sempre, eu me envolvi rápido demais e a pessoa em questão estava comigo para tapar um buraco em seu coração. Ele ainda pensava no ex-namorado e achava que comigo iria esquecê-lo. Enquanto eu estava indo atrás dele, procurando dar sentido a algo que no fundo eu sabia que não teria sucesso, ele correspondia de forma carinhosa e doce, mas foi só eu deixar uma janela se abrir que ela virou uma estrada de 200km de distância entre nós.

Acabou assim, do nada. Simplesmente por que não nos falamos mais. Um dia de distância virou dois, dois viraram três, três uma semana e daí pra quinze dias foi um pulo. QUINZE dias sem se falar ou se ver. QUINZE dias sem imaginar o que estava acontecendo e com aquela sensação de estar preso a algo que eu, melhor do que ninguém, sabia que não existia.

Me senti mal. Fiquei tentando entender o por que do sumiço dele e não encontrava respostas. Se você pensou agora “mas, The Silly, você poderia ter ido atrás dele logo no primeiro dia”. Eu te respondo, o último contato dele foi um sms pedindo pra eu esperar um retorno de quando ele estivesse disponível pra gente se ver. Fiquei esperando quinze dias por essa resposta e nisso, resolvi fazer o teste do quem-manda-sms-primeiro. O teste deu tão certo que acabou com o relacionamento.

Depois de ter enfim aceitado o fim iminente do nosso relacionamento, resolvi finalizar de verdade. Não consigo deixar as coisas assim, ao vento e sem explicação. Mandei uma inbox pra ele contando o que estava sentindo e tirando o meu time de campo. Ele me respondeu carinhosamente, agradeceu por eu ter entendido e por não ter mágoas dele.

Assim, acabou ~mais~ um amor breve.

Realmente, não guardo mágoas dele. Como eu sempre digo – e esse é meu lema – por mais dura, cruel e fria que uma situação possa ser, ela sempre vai nos ensinar algo e nós sempre saímos mais fortes dela. Eu posso dizer, com toda certeza, que eu cresci e aprendi muito com ele. Sou mais forte hoje do que era quando o conheci.

Estive (em um relacionamento) e estou de volta outra vez (à vida de solteiro). Continuo, assim como os personagens de “O Hobbit”, atrás do tesouro perdido, que é o amor.

E, acreditem ou não, eu vou encontrar.

Borboletas ;)

Certo dia um grande amigo me surpreendeu com uma mensagem que dizia: “A felicidade é como as borboletas, quanto mais corremos atrás, mais elas fogem. Mas quando menos  esperamos, pousa em nossos ombros…”.

Neste dia eu parei pra pensar nas maneiras como já busquei todas as formas de ser feliz. E foi algo tão confuso para mim, portanto eu fiquei correndo atrás de ser feliz. Agora quando eu menos esperava, tudo mudou mais uma vez em minha vida. Vejo-me empolgado, inspirado, de bem com tudo e todos, cansei das confusões, dos atritos. A vida é tão inconstante, e costuma fazer estas coisas com a gente.

Hoje me pego em sonhos durante a noite e até mesmo acordado, fico lembrando poucos momentos vividos, mas que até agora foram intensos, às vezes não precisamos estar ao lado de quem gostamos e sim apenas sentir esta pessoa próxima a nós, dentro da gente.

Inteligente quem inventou o amor. Existe força maior neste mundo pra movê-lo? Não precisa ser amor de namorado, amor de amigo, amor de mãe, de filho… Toda forma de amor é aceita! Acredito no amor como nunca acreditei antes, ás vezes qualquer tipo de desilusão nos fazer descrentes da mais linda simplicidade. É tão lindo olhar nos olhos e dizer que amamos. É puro, sincero e porque não, mágico?

Afinal é uma “borboleta” assim, que quando menos esperamos e aparece que nos traz felicidade pra vida, algumas pessoas dizem saber serem felizes só, mas como alguém pode se privar de amar e conseguir isso? Afinal você nunca está só, seu coração sempre guardará um espaço pra alguém ou pra uma lembrança de alguém. Não amas a Deus? É uma linda forma de amor. Não amas a teus pais, irmãos e amigos? Quer algo mais sincero?!

Ninguém precisa viver em cárcere de si, apenas sorrir pras borboletas que pousam em seu jardim, no jardim do teu espírito, no canteiro de rosas da sua alma, e pare pra pensar e reparar como elas são belas e como o simples movimento de suas asas que movem muitas vidas ao redor!

Não seja uma abelha, que em muitas vezes rouba o mel e ferroa quem ao menos conhece. Seja uma borboleta, que vai e vem pelo jardim trazendo beleza pra todos que observam.

Abra as suas asas, grite por felicidade.

Agora sim, feliz ano novo!

Acabou a folia, acabaram as ferias, acabou a moleza e agora José?

 

Deixando as mascaras e o confete, o ano começa! Foi-se aniversário do amor (o presente fez sucesso ;D) e 5 dias em casa. Agora rumo a um ano de trabalho e se Deus quiser dinheiro (Como tenho precisado desse bendito papel).

 

 

Acorda Brasil… Acabou o Carnaval e o Bandido foi condenado, o BBB já esta quase no final e a novela das 9 também. A Europa continua em Crise e a Grécia esta falida. E continuamos aqui, ‘sem choro nem vela’, com a política numa bagunça e a economia preocupante. Mas o problema não é esse. Como bem sabem Acabou o Carnaval!

😉

A primeira viagem atrás do amor

Continuando a história já contada em dois posts (ver “Para o desejo, não existem barreiras” e “Será que estar no paraíso é isso?“), quando ele perguntou se eu queria ir para o Paraná com ele, eu não tive dúvidas e aceitei.

Ainda, de quebra, levei o The Joker para ter contato com novos ares. Foram 7 horas de viagem, onde eu sentia no fundo de meu ser que era o certo. Não existia em minha cidade alguém tão encantador, tão lindo, tão romântico, como ele. Chegando em sua cidade, fomos direto para sua casa.

Ele nos apresentou a cidade, conseguiu ser o perfeito anfitrião. No último dia, eu disse que o amava. Ele não respondeu. Depois, me disse que era melhor que terminássemos, pois nosso amor está fadado ao fracasso. Como estaríamos juntos, nos vendo apenas uma vez a cada seis meses? Senti minha alma morrendo naquele momento, mas não demonstrei. E ainda, friamente, concordei. Naquela noite, seria o fim de algo que nasceu tão puro.

Naquela noite, fomos beber na cada de uma amiga dele. E eu bebi, bebi como nunca havia bebido antes. Além de ser minha primeira viagem atrás de um amor, foi a primeira vez que tomei um porre. O menino por quem eu estava apaixonado, pediu pra beijar a 3, comigo e meu amigo. Eu aceitei. E achei que estávamos livres. E beijei os amigos dele também.

Ele ficou puto, disse que meu sentimento não valia de nada depois do que eu havia feito com ele. E eu acreditei. Passei ainda mais dois dias na casa dele, sendo que o primeiro, ele não falou comigo. E não me deixou ir embora também. No dia da minha partida, ele disse que queria voltar. E fomos e voltamos, oito vezes, até o desfecho final, onde perdemos o contato totalmente.

O último post da Trilogia Amor à Distância tem seu desfecho de uma forma dura, vil e fria. Não me arrependo de um segundo dessa viagem, dessa experiência, pois com ela, eu me tornei quem sou hoje. Mas me ensinou que arriscar é preciso, pois se não der certo, ao menos mais forte, eu me tornarei.

Charge =D

Ae pessoal, tudo bom ? =D

Novamente vim dividir um charge com vcs ^^

Há quem ache o charge a seguir ofensivo e bla bla bla…eu discordo, achei de um humor muito inteligente, e afinal é uma piada, então entendam que é apenas uma piada sobre uma situação, não uma forma de ofensa a ninguém, ok? =D

(Legenda: Padre da direita: Veja aquele rapaz despudorado ferindo nossa moral cristã. P. Da esquerda: Qual? P. da direita: Aquele bonitinho)

Bom, espero que curtam tanto quanto eu e que possa conseguri ao menos uma risadinha de vcs =*

E se…

Outro dia, numa festa, um grupo de homens comentava numa rodinha que um amigo tinha virado gay. Separou da mulher e virou gay. Assim, como quem descobre de um dia para o outro que prefere uva a maçã. “Eu sempre achei que ele levava jeito”, disse um deles. Não foi o suficiente para acalmar os demais. Reparei na risada um tanto nervosa daqueles machos cinquentões, como se aquele acontecimento tivesse o poder de balançar suas certezas, de lhes plantar uma pulga atrás da orelha: será que eu também…? Não foi a primeira vez que presenciei conversas do gênero. Ao contrário, elas têm se tornado cada vez mais frequentes.

Tenho notado também que, nos últimos tempos, volta e meia aparece uma notícia bizarra envolvendo se tornar homossexual num piscar de olhos. Literalmente. Em novembro passado, veio à tona a história do jogador de rúgbi britânico que, ao acordar do coma após sofrer um AVC, se descobriu gay, pintou o cabelo, emagreceu, começou a malhar na academia e arranjou um namorado. “Sei que parece estranho, mas quando ganhei consciência, imediatamente me senti diferente. Não estava mais interessado em mulheres, eu era definitivamente gay. E nunca tinha sentido atração por homens antes”, jurou o rapaz.

Na semana passada, uma transexual americana de 40 anos revelou que se chamava Ted, era felizmente casado com uma mulher e tinha dois filhos, até que, em uma tarde ensolarada de primavera, foi picado por uma abelha. Seu organismo passou então a perder testosterona, o hormônio masculino. Ao passar as mãos sobre sua pele e senti-la macia, gostou da metamorfose e resolveu ir mais fundo: fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Ao contrário do jogador de rúgbi, porém, ela admitiu que, quando criança, brincava de se vestir de menina e tinha sentimentos ambíguos em relação à sua identidade.

Vejo dois sintomas aí: um é a relativa conveniência da situação. Deve ser bem mais cômodo atribuir a homossexualidade a um AVC ou a uma picadura (ops) de abelha do que admitir que sempre sentiu atração por pessoas do mesmo sexo. Algo como: “Ah, eu era superhetero e tinha três namoradas, até que um raio caiu na minha cabeça numa sexta-feira 13 e virei gay”. Ou: “Eu tinha uma família adorável com mulher e cinco filhos, mas um dia tomei por engano uma caixa de paracetamol e agora me sinto atraído por homens”. Num passe de mágica, contorna-se o conflito com a família e a sociedade: foi só um efeito colateral, gente.

Outro sintoma, mais subjetivo, é o completo pânico heterossexual que vejo por trás dessas notícias. “Quer dizer que eu também posso virar gay assim, sem mais nem menos?” Tenho observado que, com a maior divulgação da causa gay e a maior visibilidade dos próprios homossexuais, o mundinho hétero entrou em polvorosa. Como se os machos tivessem se transformado em uma espécie em extinção. Como se a homossexualidade fosse contagiosa e os que se salvarem da “praga” não fossem resistir ao meteoro que irá se chocar contra a Terra em 2014, matando todos os heterossexuais, assim como aconteceu com os dinossauros: bum! Ah, vocês não estavam sabendo disso? Brincadeirinha…

(Um terceiro sintoma poderia ser o desejo oculto de alguns de que o tal raio da homossexualidade caísse de uma vez por todas em sua cabeça. “Que alívio!” Mas esse eu deixo para os psicanalistas.)

Honestamente, rapazes? Não entendo do que vocês sentem tanto medo. Alguns dos homens mais bem resolvidos que eu conheci confessaram já ter sentido dúvidas em relação a sua sexualidade. Outros – menos numerosos, é verdade – até assumiram ter tido uma ou outra experienciazinha com o mesmo sexo, na infância e até depois dela. Relaxem, garotos. Tenho certeza que vai haver menos homofobia e mais tolerância no mundo no dia em que todo macho do planeta for capaz de admitir que pelo menos em algum momento da vida, por fugaz que fosse, passou pela sua cabeça que… Talvez… Quem sabe? E o que é que tem de mal nisso?

Fonte: Carta Capital

Parte I – É isso que você quer pra sua vida?

“Não”, era minha resposta.

Quando eu era pequeno, seja em desenhos ou filmes que eu assistia, a figura masculina me chamava a atenção. Pra quem se lembra      do Leo, o Power Ranger Vermelho da Galáxia Perdida, já me balançava. Mas não era desejo, era uma admiração. Dos meus amigos da infância, todos eram maiores. Acho que eu gostava da sensação de estar “protegido” andando com eles.Eu tinha essa admiração. O corpo masculino era interessante. Mas eu não me achava gay. Eu não me achava nada. Se estou falando disso hoje, é porque são os olhos de hoje. Não faria essa análise em 2012 com minha cabeça de 2000, nem poderia.

Psicologias à parte, eu me encaixo no perfil de mãe super protetora e pai ausente; talvez fosse algo natural eu buscar essa figura masculina sem necessariamente ser homossexual (leigo falando aqui, Behavioristas de plantão).

De família tradicional católica fervorosa (podia ser pior, não?), ser gay não era bem visto. Lembro-me dos meus primos mais velhos já fazerem piadinhas do assunto.

Pois bem, com 12 anos e esperando os sábados para acessar a velha internet discada, o instinto já se refletia no google images … o mais engraçado era que, além da dificuldade em encontrar na época (tente hoje com o safesearch desativado para você ver a facilidade), eu era educado nas minhas buscas, só faltava pedir “Por favor, google”. Melhorei nas pesquisas com o passar do tempo.Mas sempre pesquisava fotos de homens. O corpo feminino foi começar a ter algum efeito mais tarde, mas falamos disso depois.

A velha Igreja, indo em caminho contrário, me deixava com o sentimento de culpa. No entanto, o prazer que eu conseguia com aquelas fotos não podia deixar de acontecer, eu teria que conviver com a culpa. E a culpa foi ficando adormecida, adormecida, e sumiu.

Se a adolescência já é complicada sendo heterossexual, imagina começá-la sendo gay. E sem meios de nos expressar, somos obrigados a nos fechar e, secretamente,  ponderar crenças, desejos, a nossa realidade, para conseguir viver.

E então,nesse ano, paralelo a tudo isso, começava um boato na minha sala de que um menino era gay. Os meninos, na educação física, ficavam comentando. Achava que era maldade porque o garoto só andava com meninas. Estereótipo inconveniente atacando.

Chega, pois, dezembro. 13 anos, transição entre sexta e sétima série.  Sou convidado pra uma festa na piscina por uma amiga. Convidados meninos: eu e o tal menino.  Mas, o que aconteceu lá, fica pra uma próxima história.

Obrigado pela atenção, e um obrigado especial aos autores pelo convite para colaborar. Espero cumprir às expectativas de todos! Grande abraço galerinha (:

Aniversário e Aniversários

Será que vocês são como eu? 
Eu AMO fazer surpresas, e amo dar presente (e ganhar também, risos). O rosto sendo iluminado pelo pacote grande é sensacional para mim. Ainda mais quando é para alguém especial. 

Fora Natal, dia das Mães, Pais, Namorados, presente de aniversário sempre tem que ser O presente. E ai entramos na mais recente trama de minha vida.

Dia X, Aniversário de Namoro, não qualquer aniversário, mas o aniversário que passa aquele começo tenso que todo mundo tem como meta passar, 6, 7 ,8meses , 1 ano, seja qual for seu período critico, quando passa o alivio é absurdo, pois você sabe que de agora em diante é tudo mais tranqüilo (pelo menos, sempre se espera que passado o período de “experiência” seja mais tranqüilo).
Dia X+2, Aniversário do Amor, primeiro aniversário juntos.

Conclusão: Eu, esse ser ruivo e romântico PIREI (AS MINA PIRA NA CRIATIVIDADE)!
Fiz 646oy02146640 listas sobre o que dar, e como dar meu toque em tudo. Uma vontade absurda de ver logo aqueles olhos que mergulham em mim com tanta facilidade brilhando e a alegria em abrir o presente dado por mim, por que ninguém é idiota presente do namorado sempre é o mais importante, pelo menos sempre tem uma expectativa maior sobre aquele embrulho.
E essa foi minha vida nas ultimas duas semanas, pirando na criatividade e graças ao meu AMIGO/COMPANHEIRO SR.GOOGLE as idéias brotaram (nada se cria, tudo se copia ou transforma). Árduos dias de muita cola tecido, lantejoulas e MUITOS mais MUITOS dedos furados, e tudo está pronto. Pacote quase embrulhado e esperança de vários elogios e beijos de recompensa… 😛  

Me sinto tão viva quando planos e expectativas rodeiam minha cabecinha ruiva, ainda mais quando é algo para o AMOR! 

😉

PS: Parabéns Amor!