Arquivo mensal: maio 2012

Não apague minha estrela

Quem nunca teve aquele amigo que, quando está na roda, é capaz de ofuscar até o mais brilhante dos mortais? Quem nunca teve um amigo que, por mais que você goste, faz você se sentir menos e leva sua aut0-estima lá embaixo?

Ok, pode ser que ele faça isso de forma inconsciente, mas que acontece, acontece. O pior mesmo é quando esse tipo de sensação só acontece quando ele está junto. E você fica no dilema: ele é meu amigo, eu gosto dele, quero ele junto, mas ao mesmo tempo, em algumas situações, é um porre estar com ele.

E a comparação interna acontece. O que ele tem mais que eu? Ele é mais bonito? É mais simpático?

E a comparação externa vem de encontro: ele é mais simpático; ele é mais engraçado. Todos gostam mais dele. Paranoia? Talvez.

Mas para você, que tem esse tipo de amigo ou que é esse tipo de amigo, eu só gostaria de deixar um recado: cuidado ao apagar uma estrela, porque ela é capaz de virar uma supernova e destruir você.

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Será mesmo que o próximo pode ser melhor?

Eu tenho uma teoria que se encaixa perfeitamente em vários aspectos da vida, mas que faz muito mais sentido quando aplicada à relacionamentos: a teoria de que que o próximo pode ser melhor.

É bem simples de entender.

Suponhamos que você esteja com alguém, vocês estão se curtindo, mas ainda não estão completamente apaixonados. Você gosta do relacionamento, mas não tem nada de tão especial assim que te faça lutar ou insistir nele. Enquanto estiver rolando, ótimo e caso acabe, ninguém vai entrar em depressão.

Eis que o cara comete um pequeno deslize. Uma falta, seja ela grave ou não. Inconscientemente o relacionamento perde força, você fica mais desanimado e começa a pensar: enquanto estou com ele, perco a chance de estar com outra pessoa que pode ser melhor do que ele. Quem sabe mais bonito, mais alegre, mais gostoso, mais compreensivo, mais simpático, mais preocupado e mais “n” coisas.

É exatamente nesse momento que a teoria faz sentido.

Afinal, o próximo pode ser melhor! O próximo sempre pode ser melhor. Então, pra que ficar com esse que não está tão bom assim?!

Muitos de nós damos razão a essa teoria e acabamos terminando o relacionamento, na espera do tão “perfeito” próximo. O problema é que isso vicia e o próximo, nem sempre é melhor. E se ele não for, o próximo, depois dele, ainda pode ser.

Resultado? Ciclo infinito de próximos. No fim, a gente teve 21313445 relacionamentos e todos acabaram porque o próximo poderia ter sido melhor e não foi.

Relacionamento bom, seja ela duradouro ou não, é baseado na maturidade. Se os dois não forem maduros pra se relacionar, a teoria vai fazer muito mais sentido pra eles. Se ao menos um dos envolvidos estiver maduro, ele vai saber lidar com as instabilidades do outro e, juntos, eles trabalharão pro relacionamento dar certo.

Ao invés de viver nessa realidade utópica do próximo, é muito mais fácil aceitar e aprender a conviver com os erros, defeitos e características do outro. O tempo, só o tempo, é capaz de ajeitar e encaixar as coisas.

Resumindo, antes de terminar seu relacionamento e de não dar chance pra ele dar certo porque o próximo pode ser melhor, pare pra pensar e continue com ele. O tempo vai mostrar onde você deve mudar e onde ele deve mudar.

Só assim a gente cresce e amadurece.

Calafrios num dia de Sol

Ultimamente, tudo parece mais do mesmo. E pior, é um mesmo que não me agrada.

Talvez agradar não seja o verbo certo que deva usar. A palavra certa é motivar! Eu não me sinto motivado a nada. Um dia eu pareci ter tantas ambições, uma vontade tão louca de atingir meus objetivos. Hoje eu sou só isso, essa casca, tentando me encontrar numa multidão de mais do mesmo. Acordar cada dia e passar pelas mesmas coisas tá tão chatinho.

Mas, dizer que estou tentando me encontrar, significa dizer que me perdi. Eu não me perdi. Não teve uma mudança radical que me fez enxergar nada diferente.

Será que mudei? Por que mudei? Pode ser que, sem querer, eu me fechei. Mas também não sei por que me fechei.

Sempre acreditei na vida como uma oscilação compensativa. Para cada pico positivo, é necessário que haja um tombo, uma queda, um vale negativo. Só que dessa vez tá estranho. Eu não to conseguindo sair do vale. Quer dizer, até estou. Mas a sensação de estar lá embaixo é que não vai embora. E incomoda muito!

Falta alguma coisa para vir e balançar tudo; me tirar da zona de conforto, me fazer esforçar, me fazer conquistar. Talvez assim, e só assim, reacenda aquela vontade louca de ganhar, companheira, que eu deixei escapar.

Disseram-me: “você só está numa fase mais quieta, analisando, de longe. Observar é ganhar alguma maestria sem necessariamente se machucar na prática”. Mas foi por olhar cada machucado e desejar que sarasse que eu tive forças pra prosseguir por cada etapa; por que não funciona da mesma forma agora?

Assim sigo, portanto, observando. E aprendendo que aquele que observa, também sofre. Mas a esse sentimento, só o tempo me dirá ao errante o que está por vir.

Filhos…

Meu extinto materno tem me encarado fortemente nos últimos tempos, e tenho pensando bastante nisso, nas coisas que terei que abrir mão quando realmente chegar a hora. Nunca fui adepta da idéia de deixar um filho meu com babás e ou avós. Quero presenciar as coisas, mas também na vida louca dos nossos dias não tem como simplesmente parar de trabalhar para viver esse sonho. (quem pagará as fraldas?), então vejo que agora e nem nos próximos 5 /6 anos poderei realizar esse sonho.

Essa semana enquanto pensava nisso e em todas as conseqüências e meios  de realizar, me deparei com um texto muito bom escrito pela Patrícia Maldonado (escritora do blog mãe de salto alto), que fala exatamente sobre ser mãe e sobre as responsabilidades disso!

“Almocei com umas amigas outro dia e saí meio em choque da reunião. A maioria das minhas amigas tem filhos e os cria de uma maneira bem comum: leva na escola, coloca para dormir, dá banho, prepara e dá o almoço e o jantar, cuida quando a criança está doente, entre outras coisas comuns a todas as mães e pais, certo? Errado. Muita gente por aí tem filho não sei para quê…

Tem gente que simplesmente não sabe ficar sozinha com a criança quando a babá folga no final de semana. Se não acha uma folguista… é um drama!!  Como ela vai acordar tarde, sair pra almoçar em paz, como vai dormir depois do almoço, como vai sair a noite? E na hora de brincar então? O que fazer com o filho/filha? Melhor ligar pra alguém vir brincar, assim evita ter que entreter a criança! E se estiver chovendo então? Piorou! A mulherada preguiçosa enlouquece só de pensar nessa possibilidade.

Divido isso com vocês porque essa situação me preocupa. Vejo tanta gente querendo ter filho, se submetendo a tratamentos caríssimos e desgastantes e, de repente, me deparo com gente tão fria, tão estranha. Gente que tem filho para babá criar.

Algumas pessoas chegam ao extremo de contratar um serviço que funciona já durante a gravidez e que ajuda desde a montar o enxoval até realizar o desejo de uma grávida no meio da madrugada. É isso mesmo!! Li na coluna da Rosely Sayão na “Folha de S. Paulo” que eles vão buscar uma melancia com pasta de amendoim (se for o caso!!) para o paladar enlouquecido da gestante, no meio da madrugada, o serviço é 24 horas! Aí eu me pergunto: essa família não quer ter a experiência de fazer o enxoval do bebê? De viver essa fase maluca dos desejos? Quer tudo na mão? Qual é a graça?

Essas são as mesmas pessoas talvez que, quando a criança cresce, “terceirizam”essa criança. Falei de gente que deixa tudo por conta da babá e da folguista, mas muita gente se encosta também na mãe e na sogra. Tem compromisso no final de semana? As avós que segurem a barra. A maioria adora a tarefa mas, vamos combinar, não é obrigação delas! Elas também tem programas, muitas também querem sair, passear. Quem teve o filho que se responsabilize. Deixar de ser egoísta e de pensar só em si são as primeiras coisas que as pessoas que decidem ter filhos deveriam fazer.

Caso contrário, para que ter filhos?”Se quer ter filhos, os tenha mas arque com as conseqüências disto!

😉

Até quando vale a pena ser sincero?

Eu sei que a resposta mais óbvia seria: sempre. Mas não é.

Há algum tempo atrás, comecei a sair com um cara. Temos a mesma idade e nos divertíamos muito juntos. Um dia, resolvemos tentar. E ele se apaixonou rápido demais. Eu sou muito lento para esse tipo de coisa. Gosto de ir cuidando do sentimento, sentindo ele crescer devagar, curtindo cada momento, cada toque, cada beijo.

Quando ele disse que me amava, minha reação foi: ok, me sinto lisonjeado, mas ainda não posso dizer o mesmo. Fui sincero. Doeu? Nele, talvez. Mas todos concordam que devemos ser sinceros sempre, não é?

Ficamos de dois a três meses juntos. Em algum momento, ele se perdeu; começou a me sufocar e eu, a não ter minha individualidade. Uma vez ele havia me contado que tinha muito medo de ser enganado, pois morou com um cara que o traía com o companheiro de apartamento, que ele tinha como amigo. Tenso não?

Então prometi a mim mesmo que sempre seria sincero com ele. E quando senti que a situação havia se tornado insustentável pois a balança pesava de modo desigual, já que ele se sentia muito mais ligado a mim do que eu à ele, resolvi terminar.

Disse que eu o iria fazer sofrer pois não acompanhava seu ritmo. Que era melhor terminarmos antes disso acontecer e que embora eu soubesse que ele não estava preparado para ter uma amizade comigo naquele momento, as portas da minha vida sempre estariam abertas esperando ele voltar.

E o que aconteceu? Ele disse que nunca mais queria me ver, falar comigo, saber de mim, pois doía demais. E que eu não deveria ter feito com ele o que eu fiz. O interessante é que com o cara que o traiu com o companheiro de apartamento, ele conversa até hoje.

A bizarrice da situação é gritante. O cara que o enganou, ok, ele aceitou como amigo. Agora eu, que quis ser sincero desde o início, não?

Por isso, fiquei com a dúvida e quem puder, me responda: até quando vale a pena ser sincero?

A hora da verdade

Existem 3 tipos de saídas do armário:

1) Pra si mesmo – a mais importante de todas.
2) Pros amigos – a que tornará sua vida mais fácil e com certeza, muita mais leve e divertida.
3) Pra família – a mais difícil e dolorosa de todas.

Já passei pelas duas primeiras e creio que tenha, enfim, chegado a hora de passar a terceira fase, aniquilar o chefão, salvar o príncipe e ser feliz pra sempre.

Brincadeiras a parte, a vontade de me assumir pra minha família, em especial pra minha mãe, tem tirado meu sono e me feito pensar muito a respeito dessa decisão. Sempre ouvi de meus amigos, quando os questionava sobre o momento certo de dizer isso, que eu saberia bem quando tal momento chegasse e que ele até poderia ser doloroso, mas seria necessário.

Creio que ele tenha chegado e já está ansioso pra se tornar verdade.

Não consigo imaginar qual será a reação da minha mãe. Eu sei que ela é uma pessoa especial, íntegra e que sempre me apoia, mas o fantasma de me assumir ainda assusta.

Eu sempre comparo minha mãe com a Nora Walker, de Brothers and Sisters. Creio que, como toda mãe, elas são parecidas em vários aspectos. São dedicadas à família, aos filhos, aos netos e fazem de tudo para ver todos bem e debaixo da sua saia protetora.

Minha mãe é exatamente assim e também é viúva, o que as assemelha um pouco mais. Porém, não sei se minha mãe reagiria com a Nora reagiu ao saber da sexualidade do Kevin, seu filho gay.

Acho incrível a capacidade que seriados, novelas, filmes e livros tem de nos representar. Nesse momento, eu me sinto like a Kevin. Gay, assumido pra mim, pros meus amigos, vivendo um romance e com medo da reação da minha família ao saber quem eu realmente sou.

Só que no caso do Kevin, ao se assumir para a família, descobriu que esse “fardo” pode ser bem mais leve de carregar se for dividido e principalmente, foi motivado pela sua família a ser ele mesmo.

Eu gostaria que isso acontecesse comigo, na vida real e não só nos episódios de Brothers and Sisters. Sei que só vou descobrir se o fizer.

Me ajudem?

Ps: Pra não deixar o romantismo de lado, deixo vocês com um pouquinho da história de amor de Kevin e Scotty.

O medo do futuro

Hoje quando estava quase dormindo, eu tive um insight. Percebi que pela primeira vez em anos, eu não estava com medo do futuro.

Me vi na praia, andando na areia descalço, sorrindo. Me vi sentado no sofá, no meu apartamento, comendo um China in Box e vendo um documentário interessante na TV. Me vi preparando o jantar, com uma receita especial que achei na banca de revista em frente de casa.

Me vi perdendo o ar com uma paisagem extraordinariamente linda. Me vi na Times Square, na Muralha da China, na Torre Eiffel, no Big Ben. E em todas as minhas visões de futuro, lá estava você.

Percebi que não tinha medo de nada disso. E que meu pânico havia sumido exatamente quando você apareceu. Com seu jeito menino de ser, foi quebrando minha casca, minha fortaleza. E isso aconteceu quando você me deu a mão e disse: “Vem, eu te seguro, eu cuido de você”.

O passado dos traumas desconexos com o presente interligado ao futuro: meu temor era desmedido, sem sentido. O coração palpitava só de ouvir falar no amanhã.

Um dia. Um ano. Uma década. Meu receio sumiu no momento em que percebi que valia muito mais a pena viver um dia de cada vez, ao seu lado.

Eu sou o melhor namorado do mundo

Levo café na cama, ouço seus problemas, adoro seus amigos, não ligo de você sair sem mim, estou sempre disponível, faço cafuné, massagem e ainda te ajudo a escolher a melhor roupa – aquela que mais valoriza seus bíceps e seu bumbum.

Ah, estava me esquecendo, também faço oral pela manhã. Sou do tipo “namorado-perfeito-de-comercial-de-margarina”.

Na minha cabeça e no meu mundinho perfeito.

Na realidade eu sou como qualquer um que você pode encontrar por aí, com a única diferença de que eu sou EU e posso te fazer o cara mais feliz do mundo, se você assim deixar. Mesmo com todos os meus defeitos, manias e problemas eu posso ser o cara certo pra você.

Quando duas pessoas começam a se envolver é comum que uma delas, ou as duas, sintam-se estranhas diante da nova realidade. Tem gente que acha que não merece, que vai se machucar, machucar o outro ou ainda, que não está acostumada a ser feliz e prefere não ir em frente, continuando assim, na busca incessante pela perfeição irreal.

Não existe o namorado perfeito, não existe o amor perfeito e não existe a história dos contos de fada. Existe sim, o momento certo, a hora certa e principalmente, o EU certo.

Se eu não tiver a convicção de que sou o melhor namorado do mundo, não posso exigir um. Se eu não aprender a conviver com os meus defeitos, não posso exigir alguém que não os tenha. Se eu não souber amar, não posso exigir que me amem.

Pra mim, o amor acontece de dentro pra fora. Primeiro eu amo e depois, sou amado.

Só sei que estou pronto. Pronto pra amar e ser amado. Pronto pra ter as minhas primeiras DR’s, crises de ciúme e briguinhas tolas. Pronto pra desfrutar dos melhores momentos da minha vida com uma pessoa. Pronto pra compartilhar tudo com você.

Eu estou pronto pra você e você, está pronto pra mim?

Sonhos…

Vocês já tiveram aquela sensação de que os dias estão passando cada vez mais rápido e que os sonhos acabam ficando mais distantes???

Por N motivos e coisas que acontecem, vamos adiando aquele sonho, aquela vontade de viajar, de fazer aquele curso ou faculdade, de casar, de comprar uma bicicleta. Vamos adiando.

E num dia chuvoso bate a sensação de que a idade vai chegando e certas coisas tem que ser deixadas para trás, ou não.

Sempre quis tirar um mês pra mim, ir pra uma cabana e escrever. Sem Tv, sem pessoas fazendo barulho, sem nada, só eu, minhas idéias e meu amor a noite.  Não tem mais como não inclui-la em tudo. É algo além do querer, é como se nunca tivesse existido sem ela, sem a presença, sem seu olhar pousando em mim.

Também sempre quis fazer um ‘mochilão’ pela Europa , nunca fiz por falta de verba e companhia. Agora tenho a companhia mas falta o tempo e a verba… rs

Sonhos, que parecem mais distantes com o passar dos anos. As responsabilidades não deixam largar tudo por um mês e muito menos gastar uma grana dessas numa viagem pela Europa. As prioridades mudaram, agora construir uma casa, me estabilizar financeiramente vem em primeiro lugar. Aquela vontade de deitar a cabeça no travesseiro e saber que tudo esta no lugar e que aos poucos todo o resto será feito.

SOCORROOOOOOOO acho que virei adulta, alguém pode me devolver a fantasia e o sonho sem alicerce?

😉

Cartas antigas

Me faltam palavras para descrever o que você tem representado pra mim nesse ultimo mês. Sempre tive grande facilidade para escrever, tanto sobre meus sentimentos, bons ou ruins, como sobre qualquer outra coisa que quisesse… mas, ao pensar em escrever esta carta pra você, eu não consigo transpor em palavras todo o sentimento, toda a alegria, todo o entusiasmo e euforia que eu sinto só em pensar em estar ao seu lado…

Posso dizer que foi algo completamente inesperado: eu, talvez por ter tentado inúmeras vezes, estava em um momento em que meu objetivo era apenas estar próximo dos meus amigos, me dedicar ao meu futuro e estudos e seguir em frente, sem esperar mais nada desse campo que sempre me machucou, que sempre preferiu me ferir e me tirar lágrimas.

Enfim, estava bem comigo mesmo, me amando. Descobri que não precisava de mais ninguém além de eu mesmo para ser feliz, que a felicidade não se encontrava no que as pessoas poderiam me proporcionar, mas dentro de mim. E foi nesse ponto que conheci você: em um momento em que eu estava bem comigo mesmo, em um local completamente inusitado, em uma circunstancia totalmente inesperada.

Começou com uma pequena brincadeira, que se tornou um interesse, que virou algo mais sério e que nesse momento pra mim, depois desse um mês que estamos juntos, já tem nome definido: amor.

Esse amor que eu tanto esperei e que algumas vezes chegou perto de acontecer, mas por não ser o momento ou a pessoa certa, escorregou entre meus dedos, fugiu de mim sem ao menos me deixar tentar; mas hoje eu entendo… tudo o que ocorreu, serviu para eu amadurecer e poder amar como um homem e não como um menino que acredita em um simples conto de fadas.

Quando te abraço, sinto como se nada mais pudesse me afligir, por estar em seus braços nada mais poderá me machucar; Quando te beijo, é como se o tempo fosse algo que não existisse mais, não para nós; Quando vejo seu sorriso, é como se qualquer maldade existente no mundo apenas desaparecesse; Quando te olho e enxergo em seus olhos o brilho que sei que enxerga nos meus, sinto a segurança de estar com alguém que, acima de tudo, quer me ver feliz, assim como eu também o quero.

Demorei para perceber todo esse sentimento, mas os gestos e as sensações me deixaram claro o que eu inconscientemente já sabia: eu te amo.