Arquivo mensal: setembro 2012

30 coisas para fazer antes dos 30

Todos, ou melhor a maioria um dia vai perceber que o tempo está passando cada dia mais rápido e que os sonhos ficam mais difíceis de realizar conforme a responsabilidade e os compromissos vão chegando… Por isso decidi colocar metas e prazos de sonhos que cultivo a tempos, e sei que colocando aqui vou me forçar a realiza-los…Então lá vai….
 
30 coisas para fazer antes dos 30
 
1- Viajar sozinha
Sabe quando vc sente aquela necessidade de estar num lugar diferente que não conheça ninguém, bem por ai … 
2- Fazer um Mochilão
Europa de preferência destinos certos no roteiro: Lisboa, Madri, Veneza, Paris, Amsterdã, Breda, Munique, Hamburgo, Roma.. Nossa são várias paradas certas, Tremmmm pra que te quero…
3- Escrever um livro e publica-lo
Já tenho várias historias em desenvolvimento, quem sabe não sai algum dai…
4- Passar um carnaval na Bahia
Acredito que Ser brasileiro e não conhecer as maiores festas da nossa cultura é um erro, então lá vou eu pra Bahia.. 
5- Saltar de Paraquedas  –  01/2013  – √
Talvez seja o único momento na vida que a liberdade invadirá todos os meus poros…
6- Correr uma Maratona
Essa vai ser difícil…
7- Sentar no alto de uma montanha e ver o por do sol
Talvez seja o único momento na vida que a paz invadirá todos os meus poros…
8- Andar de balão
Se for em algum festival de balonismo eu vou amar…
9- Fazer um cruzeiro
Eu e o mar, o mar e eu, e as festas e as bebidas e os lugares e a galera…
10- Conhecer Cidades historicas de Minas
Por conhecimento, por admiração, para me encantar com as belezas de nosso país… 
11- Ir a uma praia de nudismo
Pra perder a vergonha mesmo… 
12- Tomar café em um café Francês  
 Não tem nem como descrever o que é essa meta pra mim…
13- Andar de Gondola em Veneza
Tomando champanhe de preferência…
14- Fazer um boneco de neve
E anjinho também…
15- Fazer um ménage a trois
Nossa sabe quando você tem uma curiosidade tremenda em algo? Bem por ai…
16- Andar nos Trilhos do Trem
Com uma mochila nas costas e um fone de ouvido escutando The Doors Roadhouse Blues…
17- Fazer um curta
Nessa eu conto com a Grande colaboração de uma amiga irmã que tenho…
18- Me formar
Mas ainda nem sei o curso… 
19- Montar um aeromodelo
Sabe aquele momento pai e filha … 
20- Mergulhar
esse vai ser um verdadeiro desafio… 
21- Fazer aulas de dança
De salão…
22- Ir ao festival do Dia do Ruivo em Breda (Holanda)
Tem noção do que é saber que tem um festival onde somente existem ruivos (as)…
23- Voltar a me dedicar ao Ingles e Francês
Para conhecer o mundo e para amar mais ainda …
24- Voltar ao meu peso ideal
Eu amo comer, fazer o que??? mas estou me controlando já…
25- Praticar algum esporte ou academia por mais de 6 meses
Persistênciaaaaaaaaaaaa…
26- Fazer um Peeling
Cansei dos furinhos provenientes da adolescencia…
27- Parar de roer unha
O mania feia…
28- Fazer trabalho voluntário
Tenho que agradecer a Deus de alguma maneira…
29- Assistir uma apresentação do Cirque du Soleil
Circo é Arte e Arte é Vida…
30- Comprar uma casa
Essa fica por último, pois é a mais importante e a que requer mais trabalho, mais dinheiro…Bom essas são as minhas 30 metas para realizar neste próximos 5 anos… E conforme eu for realizando vou falando aqui, com os detalhes mais sórdidos… 😛
Beijos a todos e Rumo aos 30!!!!!!!!!!

1/4

Esse mês refleti muito sobre minha vida, talvez por ser ao final deste que completarei um quarto de século, e se tudo ocorrer bem um terço da minha vida. Se for pensar nisso eu tenho ainda 50 anos para fazer esta vida valer a pena, tenho exatas 5 décadas para realizar todos e quaisquer sonhos que tenha e venha a ter. É muito POUCO tempo produção !!!

Realmente é pouco para quem tem que recomeçar do zero, Faculdade, Namoro, Trabalho. TUDO, e do zero. Não tenho mais tempo para lidar com mediocridades, muito menos com pessoas imaturas apesar de sua idade cronológica. Quero casar, ter filhos, não necessariamente nessa ordem. Quero ser feliz no trabalho, e viajar. Não posso mais perder tempo, ainda mais pensando que daqui a 5 anos serei uma mulher balzaquiana que precisa ter um rumo e um conhecimento de vida muito maior. Pelo menos EU PRECISO ser uma MULHER de 30 anos, e não uma menina que mal viu a vida passar. 

Não tenho mais tempo para me preocupar com rótulos ou com o que a sociedade vai pensar e fazer a respeito. Quero a felicidade do caminho em busca do pote de ouro. Quero viver ao lado de gente de verdade, que cai mas levanta, que sorri mas chora, que escuta mas fala. Quero fazer em 5 anos, dessa menina que sou uma mulher, com defeitos e qualidades, mas uma mulher! 

O tempo urge e não tem como deixa-lo passar assim, sem lutar pelo essencial, pelo equilibro, pela verdade e por todos os momentos felizes que posso ter. Então deixo aqui o registro da mudança, aquela que precisa existir, deixar ir o que tanto me acorrenta e seguir o caminho que me fará feliz e plena até o fim!!! 

 

😉

O engenheiro de Santiago

Conhecer Santiago, no Chile, para mim foi uma experiência e tanto. Sempre tive vontade de ir para lá, ainda mais no inverno. Até que, enfim, eu consegui.

Uma das coisas que mais me chamou a atenção na capital chilena foram seus homens: bonitos, másculos, com um jeito masculino que exalava feromônios e eu claro, fiquei louco. Não via a hora de pegar uma balada lá e descobrir do que os chilenos eram capazes.

No sábado a noite, eu fui conhecer a Bunker (http://www.bunker.cl/), uma balada muito boa que me foi recomendada. Eu estava sozinho e acabei conversando com alguns brasileiros durante algum tempo. Depois, fiquei só.

Por volta das 3h da manhã, eu estava em um canto da balada, quando meus olhos foram de encontro com os de um cara do outro lado da balada. Eu sorri, ele também. Decidi me aproximar, afinal, o que teria a perder? O diálogo que se desenrolou foi mais ou menos assim:

Eu: Oi, tudo bem?

Ele: Tudo e você?

Eu: Também. Qual seu nome?

Ele: Beto e o seu?

Eu: The Serious**

Ele: Olha, eu te achei muito bonito, mas eu já estou indo embora.

Eu: Eu também gostei de você. Posso ir com você?

Ele: Você quer ir pro meu apartamento?

Eu: Quero.

E foi assim. Na lata. No Brasil, acho que nunca faria algo assim. Longe de mim dizer que aqui é perigoso e lá não, mas a adrenalina e o tesão do momento me fizeram agir desse modo. E eu fui pro apartamento dele. E fizemos de tudo. Eu me permiti fugir dos preconceitos que tinha e vivi o momento com intensidade e desejo. Depois, ele me levou pro meu hotel e eu deixei meu contato com ele.

Três dias depois que voltei ao Brasil, ele entrou em contato comigo. Conversamos, descobri que ele era um engenheiro chileno que possuía também um escritório em Lima. E que ele tinha se encantado por mim. Pediu meu celular, me ligou, nos falamos algumas vezes durante alguns meses, ele querendo que eu fosse de novo pra lá e eu claro, querendo.

Mas a vida, nesses pontos, nos puxa de volta à realidade e nos mostra que a distância do Brasil ao Chile tornava, ao menos naquele momento, inviável qualquer tipo de relacionamento. Ele é um cara legal, alguém que eu teria sem problemas um relacionamento, se não fosse a “querida” distância.

Hoje, guardo comigo a saudade e a vontade de estar com ele, mas de um modo saudável, afinal, só posso agradecer por ter tido uma experiência assim.

Se vamos nos reencontrar? Não sei. Deixo o destino se encarregar disso.

O conterrâneo de Bariloche

Quando cheguei a Bariloche, eu ainda estava pensando no comissário que conheci em Buenos Aires.  Ele ainda estava muito presente e não sei se foi porque a viagem estava sendo intensa, meu sentimento por ele também era. Eu queria voltar ao Brasil, encontrá-lo e ficar com ele. Mas as coisas não eram pra serem assim…

Em uma das noites que estive em Bariloche, eu fui em uma festa que acontecia uma vez por mês lá (olha que legal, dei a sorte de ser gay e estar exatamente no final de semana gay da cidade).

Na balada, eu estava dançando e um menino chegou em mim. Tenho que confessar que ele não fazia meu tipo. Era mais novo que eu, mais baixo, enfim, completamente diferente do que eu esperava. Mas as coisas que ele me dizia, ainda mais em espanhol, me fizeram ceder. E o beijo combinou. E o abraço também. E foi tudo muito legal e poderia ter sido perfeito, se eu ainda não estivesse tão ligado no cara de Buenos Aires.

Nós ficamos apenas naquela noite. Ele ainda me adicionou no facebook, nos falamos algumas vezes, mas não era pra ser, afinal, estávamos a milhares de quilômetros um do outro. Mas valeu a pena conhecer alguém tão legal, que seria a transição entre o cara de Buenos Aires e a surpresa que eu teria em Santiago.

Mas isso é uma outra história.

Eu só queria ser amado

Eu nunca vivi um amor.
Eu nunca vivi um grande amor.
Na verdade, eu nunca tive um relação recíproca.

Sempre tive relações vazias, supérfluas, infantis e que só me fizeram sofrer. Elas até me fizeram crescer também e entender que não existem príncipes encantados ou homens perfeitos. Mas quem foi que disse que eu queria deixar de acreditar no príncipe encantado? Quem foi que disse que eu tenho que ser duro e frio com o amor? Quem foi que disse que eu tenho MESMO que sofrer tudo isso?

Quem foi a pessoa mal comida amada que determinou essas regras? QUEM FOI?

Eu só quero ser amado. Ou melhor, eu só quero ser amado TAMBÉM. Quero amar junto, no plural e não no singular. Cansei de ser o único que se importa com a relação, cansei de ser o único a gostar. Cansei de ser eu.

Eu quero ser a torta preferida de alguém. Eu quero que alguém tenha palpitações quando eu chegar, que se sinta bem ao me ver, que pense em mim e que se importa comigo.

Quero poder dizer um dia de boca cheia “ele gosta de mim e eu gosto dele, a gente se ama“. É pedir muito?

São tantas pessoas que passaram e passam pela minha vida, que eu fico pensando se já trombei esse tal de amor e o deixei passar. Se por um erro meu, ele se foi. Não vingou. Não floresceu.

As vezes me sinto como um PC que não tem os plugins necessários para rodar um arquivo e esse arquivo é o amor. E eu não faço a mínima ideia de onde conseguir esses plugins pra instalar.

Vejo meus amigos namorando, vivendo seus romances, seus dramas, suas brigas. Vejo meus primos que ontem tinha 6 anos e hoje tem 16, 17, 18 levando suas primeiras namoradas e namorados para os encontros de família. Todos crescendo e evoluindo. E eu ali, observando. Como se eu tivesse me congelado aos 14 anos e não evoluído mais desde então.

O pêssego doce e maduro que não é consumido, fica podre e amargo. E eu tenho medo de que, todo esse amor que eu tenho pra oferecer, tenha esse mesmo destino.

Texto muito interessante !

Pessoal, tudo bom ?

 

hoje não falarei muito, sei que estou sumido, mas prometo voltar com novos bafos !

 

Por hora quero dividir aqui um texto que encontrei na internet, muito interessante, que trata de assuntos como relacionamento, relações, sexo e HIV. É em inglês, mas vale a pena o esforço e a leitura…

 

espero que vcs curtam tanto quanto eu 

 

Aquele bjo 😉

 

Link: http://gawker.com/5935651/please-dont-infect-me-im-sorry?post=52079313

O comissário de Buenos Aires – Encantamento

Pra quem acompanhou o começo dessa história no post anterior, hoje eu prometo terminá-la e partir para uma nova!

Nos despedimos na estação de metrô assim que voltamos de Tigre e cada um de nós foi para seu hotel tomar banho e se arrumar para a balada, com a promessa de que nos encontraríamos no apartamento do comissário para fazer uma prévia.

Na hora marcada, chegamos. O loft alugado era lindo e ficava em um dos melhores bairros de Buenos Aires: todo branco, com uma decoração clean impecável, a qual no momento, eu não havia me atentado, porque tudo que queria era estar perto dele. Mas ele não parecia me dar bola. E eu ainda não tinha certeza se ele curtia homens ou não. Essa é uma dúvida que sempre me mata: é algo que deveria vir com o RG! (brincadeira)

Decidimos então, beber e jogar verdade ou desafio. No meio da brincadeira, ele acabou escolhendo desafio e uma das meninas que estava presente, disse: “Te desafio a dar um selinho no The Serious“. Eu fiquei estático, pensando: “whaaaaat?” Mas ele, sem titubear, veio.

Senti seu lábio tocar os meus e o selinho virar um beijo de verdade. Assim que ele se afastou, abri um sorriso em que ficou nítida a minha felicidade. Depois disso, o jogo parou e fomos todos pra balada.

Na balada, ele não chegou perto de mim. Eu achei estranho, mas pensei que como ele havia me beijado em um desafio, era apenas uma brincadeira que eu, bobo, acabei levando a sério. Então eu tive vontade de ir ao banheiro e ele disse que também precisava. No banheiro, me beijou de novo e saiu andando.

Eu perdi a boa. Pensei: “ele tá me trollando. Vou fazer um mapeamento da balada pra pegar algum argentino” e chamei meu amigo para ir comigo, que a essa altura, já havia me perdoado por ter ficado com o cara que ele cobiçou. Demos uma volta pelo recinto e decidimos voltar para roda de nossos amigos, quando minha amiga me puxou e disse: “Onde você foi? O comissário ficou louco atrás de você, me perguntando onde você tava, todo nervoso”. Eu sorri. Ele me queria.

Fui atrás dele. Ele me questionou sobre onde eu estava, se tinha achado alguém interessante e disse pra eu aproveitar minha balada. Senti aí a deixa para ter meu momento de novela mexicana. Fui atrás dele, o puxei pelo braço, o encostei na parede e disse: “Você tem duas opções hoje. Pode continuar andando e ir aproveitar sua balada sozinho, ou ficar aqui comigo e tornar essa noite inesquecível. Eu quero estar com você. O que me diz?”

Depois de segundos que para mim duraram milênios, ele respondeu me beijando demoradamente. E assim passamos o resto da noite. No fim, sentamos em um pub para comer algo e seguimos para seu apartamento. Eu dormi com ele, mas apenas duas horas, apenas para esperar o metrô abrir. Eu tinha que continuar minha viagem. Eu tinha que deixar minha paixão de Buenos Aires para trás. Me despedi, com o sentimento de que ainda iríamos nos encontrar.

Se seríamos amigos ou mais que isso, só o destino poderia dizer. A mim, sobrava apenas seguir meu caminho com destino a Bariloche, sem saber as aventuras que me esperavam…

O comissário de Buenos Aires – A primeira impressão não é a que fica!

Essa história mostra como o destino pode brincar com a gente, de formas variadas e inusitadas e em como ele pode se alterar com pequenas decisões que tomamos ao longo dos dias, das viagens, da vida.

Quando cheguei em Buenos Aires, a primeira impressão que tive foi de uma cidade limpa e organizada. O vento frio do inverno já começava a deixar os pêlos da nuca ouriçados. A arquitetura da cidade era completamente diferente do que eu estava acostumado a ver no Brasil. As pessoas tinham um ar diferente. Eu estava em um pedacinho da Europa na América do Sul.

Eu acabei fazendo amizades por lá. Em uma das saídas, um dos meninos me apresentou um comissário de uma companhia aérea brasileira que estava fazendo curso de espanhol na Argentina. A apresentação foi intencional: meu amigo queria saber se o cara era gay ou não. Eu, logo após a apresentação, assim que tive oportunidade, disse ao meu amigo: “Não sei se é. Mas se fosse, eu não pegava”.

No sábado dessa semana, resolvemos ir a uma cidade próxima de Buenos Aires, chamada Tigre. Lá há um parque de diversões e queríamos fazer algo diferente, além de pegar o trem (um atrativo à parte). Assim sendo, combinamos de nos encontrar na estação final da linha de metrô, de onde saía o trem intermunicipal. Para minha surpresa, quando chegamos na estação às 7 horas da manhã, lá estava o comissário. Eu lembrava vagamente de termos comentado com ele sobre o passeio, mas nunca esperaria que ele estivesse lá. Sorri.

A viagem demorou cerca de uma hora. Quando chegamos a Tigre, a primeira providência foi tomar café da manhã. Todos estavam mortos de fome. Então, nos dirigimos a uma lanchonete. Quando o comissário veio para se sentar conosco, ele acabou sofrendo um pequeno acidente e dois copos de café voaram em sua roupa. Eu me peguei pensando “Se, no solo, ele consegue ser desastrado, o que ele faz durante uma turbulência?”. Mas, ao ver a cara de desapontamento dele, esse pensamento sumiu de minha mente e só consegui sentir compaixão por ele.

Ele prontamente disse que iria embora. Eu fui o primeiro a dizer que deveria ficar. O convenci dizendo que uma roupa manchada de café não era nada, comparada à um dia que ele perderia nessa viagem tão especial. Quando ele voltaria a Tigre? E se voltasse, será que seria com pessoas que ele se identificasse tão bem quanto nós? Por esses motivos, ele decidiu ficar.

O dia no parque foi deliciosamente aproveitável. O jeito que ele tratava as pessoas, os nossos amigos de viagem, o sorriso, o modo de falar, tudo fez com que eu começasse a mudar de ideia sobre ele. Me descobri então, encantado por aquele cara que, alguns dias atrás, eu disse que não pegaria. Tive vontade de abraçá-lo, de estar com ele, de sentir seus lábios nos meus.

Mas eu não podia. O meu amigo o queria. Ele o havia visto primeiro. Além do mais, eu não queria estar na Argentina e acabar com um brasileiro. Mas a vontade era tão grande… o que fazer?

Na volta, decidimos que iríamos para uma balada. E que a prévia seria no apartamento do comissário. Vi ali, minha chance. Eu iria apostar tudo ou nada. Eu iria realizar meu desejo de estar com ele, custasse o que custasse.

Se eu consegui? Descubra no próximo post, pois o final dessa história fica pra outro dia.