A primeira paixão across Atlântico

O vi pela primeira vez pelo Grindr e tudo começou com um “Hi” – que partiu dele. Do Grindr, depois de alguns papos hot, partimos para o Whatsapp. Durante quase 2 meses, nossas conversas se resumiam ao Whatsapp. VÁRIAS VEZES ele simplesmente me deixava no vácuo. Sem mais nem menos.

De fato, eu não entendia qual era a dele. Ficava dois dias sem me responder e do nada mandava um “Hi, how are you?”. Eu ficava tentando decifrar, parecia que ele estava me cozinhando, me deixando ali pra quando ele quisesse “comer”.

Depois de um tempo já conversando, descobri o endereço do trabalho dele e resolvi fazer uma surpresa. Apareci lá um dia X, em que ele estava trabalhando e fui dar um “hello” pessoalmente. Quando ele me viu, riu e disse “Are you here?”. Perguntei se ele me reconhecia e ele disse “claro que sim”.

Desde então, tudo mudou. Não fiquei mais no vácuo e vários dias ele mandou um whats antes mesmo de eu mandar. Dias depois, marcamos um date oficial.

Nesse dia, eu achei que sairia do trabalho as 19h e no meu intervalo disse isso a ele. Voltei ao trabalho confiante de que iria vê-lo só lá pelas 21h. Aconteceu que sai as 20h e quando sai, eu tinha 2 ligações, 3 sms e 2 whats no meu celular…dele. Ele havia ido até o meu trabalho para me fazer uma supresa e me pegar na saída. Pedi mil desculpas, mas ri por dentro dele ter feito esse papel, e fui até o centro encontrá-lo. Já que ele estava indo embora pra casa quando eu vi as mensagens e resolveu descer do ônibus e pegar um próximo.

Nesse date, não rolou nada. Apenas jantamos juntos, rimos muito e conversamos a beça. E ele me deu chocolates. Isso porque foi perto da Páscoa e eu havia dito dias antes que estava triste por não poder participar do amigo secreto dos meus amigos. Ele disse que podíamos fazer nós dois, mas nem botei fé. No date, ele está lá…com vários chocolates pra me dar.

Marcamos outro date e de novo, a gente se complicou. Perdi o ônibus e o deixei esperando. Resolvemos que seria melhor ele pegar um ônibus e ir pra casa e eu pegar o mesmo ônibus e descer perto da casa dele. Assim, iríamos para a casa dele.

Cheguei primeiro do que ele e em alguns minutos ele chegou e fomos pra casa dele. Ele foi o ser humano mais fofo que eu já conheci. Cadê o ogro do whats? Dos sms? Sumiu.

Ali do meu lado tinha um cara fofo que tava mais pra gatinho querendo carinho do que leão bravo.

O resto eu conto semana que vem.

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Sobre The Silly

Um perfeito reclamão, extremamente afobado e muito desastrado. Quero tudo e quero agora. Comunicador por formação e por paixão. Brasileiro com passaporte turquesa. Ouço todo tipo de música, mas é com o bom e velho pop/rock que eu me entendo bem. Adoro comer e não vivo sem chocolate. Canceriano clichê e romântico fundo de quintal. Leio muito e coleciono toys. Morro com barbas por fazer (de preferência clarinhas). Harrymaníaco incurável.

Publicado em abril 9, 2013, em Histórias, The Silly. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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