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Amores breves

Se você já leu um pouquinho sobre os 4 autores desse blog, viu que eu sou o ‘Silly’. Ganhei esse título não foi a toa, sou muito bobo mesmo. De veras inocente e sonhador.

De fato, gosto disso. Gosto de ser assim. Curto as vantagens e desvantagens de ser eu mesmo. E uma dessas desvantagens é de se apaixonar facilmente ou pela pessoa errada – me apaixonei pela pessoa errada, ninguém sabe o quanto que estou sofrendo, sempre que eu vejo ele do seu lado… – btw, assim sou eu.

Desde que me entendo por gente, vivo de amores platônicos. Mesmo na época de ‘hétero’ ou não decidido, sempre me enamorava pelas garotas mais tops-tops-da-balada da escola, aquelas bem inacessíveis. Como gay, a coisa não mudou muito de figura, continuo vivendo amores platônicos.

Por vezes, é o amigo hétero que eu acabo de conhecer, ou alguém que tem namorado e por ai vai.

O pior de tudo não são os platônicos e sim os precoces.

Sou do tipo que acho que vou encontrar o príncipe encantado na balada e que ele vai me olhar, o tempo vai mudar, vai tocar uma linda música romântica de fundo e pá, toda aquela encenação.

E eu estou errado. Redondamente enganado!

Nem sempre aquele cara super legal e super lindo que eu fiquei na balada, vai querer me ver outro dia. Pra falar a verdade, quase nunca ele vai fazer isso. Afinal, balada não é lugar pra achar namorado.

Devido a tudo isso, eu vivo de amores breves. Amores breves de ônibus, de supermercado. Amores breves de faculdade, de shopping e de cinema. Amores breves de balada e de elevador.

Particularmente, eu gosto mais dos amores breves de academia. #alok

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